2010 ANO NOVO VIDA NOVA.... VIDA CONVERTIDA, VIDA RE-CRIADA!
" Tudo tem o seu tempo determinado debaixo do sol... há tempo para nascer... tempo para morrer, tempo de plantar... tempo de colher... tempo de guerra e tempo de paz, tempo de amar e tempo de aborrecer..." ( biblia sagrada Eclesiastes 3: 1-4)
Tempo de amar e tempo de aborrecer...? tempo de aborrecer o amor fingido.
Fazemos as famosas festas de boas entradas de ano, a cada ano que passa. Buscamos o significado do ano Novo na antiguidade e na cultura dos povos, que foi se aprimorando com os tempos.
O Ano-Novo é um evento que acontece quando uma cultura celebra o fim de um ano e o começo do próximo. Todas culturas que têm calendários anuais celebram o "Ano-Novo". A celebração do evento é também chamada réveillon, termo oriundo do verbo réveiller, que em francês significa "despertar". Despertar para um novo tempo, despertar para as Boas Novas dos santos Evangelhos. Assim diz-nos o profeta: "Anunciar aos cativos um ano aceitável do Senhor...( conforme texto Levíticos cap. 25: 8-55) O ano do Jubileu...Ano do Perdão de Todas as grandes dívidas com terras...(Ano 51 ) Também era o ano da re-conciliação das famílias, as famílias dos velhos judeus do antigo Testamento (conforme a lei do Livro de Levíticos) recebebiam as suas terras que estavam penhoradas e estavam em poder das empresas, em poder dos baancos, poder do Estado, em poder dos grandes fazendeiros etc. VIVA O ANO 51 ANO DO JUBILEU, VIVA O GRANDE ANO DO PERDÃO DE TODAS AS NOSSAS DÍVIDAS! Este é o novo DESPEERTAR DE UM NOVO AMANHÃ !
A comemoração ocidenteal tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Janus, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Janus, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra voltada para trás.
A comemoração ocidenteal tem origem num decreto do governador romano Júlio César, que fixou o 1º de janeiro como o Dia do Ano-Novo em 46 a.C. Os romanos dedicavam esse dia a Janus, o deus dos portões. O mês de Janeiro, deriva do nome de Janus, que tinha duas faces - uma voltada para frente e a outra voltada para trás.
O psicanalista Francisco Carlos dos Santos assim se expressa em seu comentário:
Um dia desses encontrei no chão, ao lado de umas flores, no pátio de minha casa, a metade de um ovo. Era um pequeno ovo partido, sinal de que algum nascimento acabara de ocorrer por ali. Com um sorriso solitário e satisfeito, pensei: vida! Aqui se multiplica a vida. De imediato, como em associação livre, ocorreu-me perceber, de forma concreta e quase palpável, a existência e o peso real do tempo. O tempo é uma dimensão indissociável da vida, que deixa marcas visíveis em cada um, impõe a realidade de nosso limite e finitude e, talvez por isso mesmo, esqueçamos tanto dele.
NOSSAS EMOÇÕES SÃO COMPARADAS AO OVO EM MATURAÇÃO
O ser humano, entretanto, vive dentro do tempo, armando ciclos infindáveis que se seguem uns aos outros e que lhe permitem demarcar e ordenar sua experiência psíquica. Isso é assim porque, nesses ritmos de compasso variado, o sujeito representa – entre interrupções e conexões, entre a luz do dia e a escuridão da noite - constrói a consciência do tempo. Foi essa IDÉIA que eu tive ao ver o pequeno ovo partido: o tempo não pára! Nós também não paramos de amadurecer pelo tempo afora.
Refletindo sobre esses ciclos, dou-me conta que nos aproximamos do final de mais um deles: o fim do ano. Nessa época, marcada por festas que despertam sentimentos tão intensos quanto contraditórios, uma grande parcela da humanidade festeja o nascimento e a morte – Natal e final do ano – no espaço de apenas uma semana. O nascimento desse pássaro, que nem sequer sei por onde anda, transportou-me para muitas reflexões sobre o significado do tempo na experiência subjetiva do ser humano e seu impacto no aparelho psíquico, nossas emoções devem amadurecer com os anos que passam.Assim como sua passagem nos deixa marcas, também é um aliado precioso – ter tempo – para a necessária elaboração das diversas situações de intensidade afetiva e de sofrimento psíquico pelas quais passamos na vida.
NOSSAS EMOÇÕES SÃO COMPARADAS AO OVO EM MATURAÇÃO
O ser humano, entretanto, vive dentro do tempo, armando ciclos infindáveis que se seguem uns aos outros e que lhe permitem demarcar e ordenar sua experiência psíquica. Isso é assim porque, nesses ritmos de compasso variado, o sujeito representa – entre interrupções e conexões, entre a luz do dia e a escuridão da noite - constrói a consciência do tempo. Foi essa IDÉIA que eu tive ao ver o pequeno ovo partido: o tempo não pára! Nós também não paramos de amadurecer pelo tempo afora.
Refletindo sobre esses ciclos, dou-me conta que nos aproximamos do final de mais um deles: o fim do ano. Nessa época, marcada por festas que despertam sentimentos tão intensos quanto contraditórios, uma grande parcela da humanidade festeja o nascimento e a morte – Natal e final do ano – no espaço de apenas uma semana. O nascimento desse pássaro, que nem sequer sei por onde anda, transportou-me para muitas reflexões sobre o significado do tempo na experiência subjetiva do ser humano e seu impacto no aparelho psíquico, nossas emoções devem amadurecer com os anos que passam.Assim como sua passagem nos deixa marcas, também é um aliado precioso – ter tempo – para a necessária elaboração das diversas situações de intensidade afetiva e de sofrimento psíquico pelas quais passamos na vida.
O TEMPO TUDO MUDA - MAS O AMOR VERDADEIRO VENCE TODOS OS TEMPOS
Diz- nos o padre Vieira o tempo "tudo muda", o tempo tudo faz esquecer,tudo se gasta, tudo digere,tudo acaba, nada porém, está tão sujeito à jurisdição do tempo como o amor. As nossas afeições são como as vidas humanas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco ou durar muito. Por isso os antigos pintavam o amor comparado ao menino, porque não há amor que fique tão robusto e tão amadurecido que chegue a ser velho. Pois o amor jamais envelhece, jamais acaba.Diz-nos o apóstolo Paulo: "Quando eu era menino eu falava como menino, sonhava como menino,planejava como menino, amava como menino.Quando cheguei a idade da velhice, eu mudei: agora eu penso como adulto... eu sonho como adulto... eu passei amar as pessoas como um homem maduro e idosso". O tempo me fez mudar minhas concepções de vida. Mas o amor jamais acaba, jamis muda...
A razão natural de toda esta diferença está em que o tempo tira a novidade das coisas, o tempo nos faz descobrir os defeitos,o tempo nos deixa mais enfadados pelas coisas, o tempo nos faz tirar o gosto pelas coisas novas, o tempo nos faz gastar, nós ficamos mais gastados ou mais desgastados pela vida. Usando o exemplo do desgaste da água que bate nas pedras. Nos diz o velho ditado: "Agua mole bate em pedra dura tanto...tanto... que até fura..." Muitos casamentos são assim; amar pouco ou ter amado muito, eis a causa de muitas separações. No passado se amava muito agora se ama pouco...? ou o casal descobre que não se ama mais. Comparamos aqui, eis um abismo que chama outro abismo...eis as quedas que chamam as outras quedas... eis os precipícios que chamam outros precipícios sem fim. O tempo passa e o casal descobre que não amadureceu o seu emocional, não cresceu em amor, cai no vazio da paixão-fugidia, do amor que fugiu e sumiu pelos dedos, sumiu pelas emoções, a paixão que sumiu pela sexualidade. Tudo vira "tristeza e solidão" é o que restou, a alegria deixou este coração, o coração ficou sem amor, falta de amor deixou este casamento fracassar.
TEMPO DE ABORRECER... Se tudo tem o seu tempo determinado debaixo do sol, também existe o tempo de SE aborrecer. Assim se expressa o rei Salomão em seu comentário. Em seu livro Cantares de Salomão ( cantares 5:2-6) assim ele se expressa: " O noivo vem de noite ao encontro de sua amada e lhe diz: "Querida minha vem... e abre a porta...? ela se demora em atendê-lo e depois lhe diz: já perfumei a minha cama, já tomei banho, já dei ordens aos meus criados, etc. ele insiste, mas querida eu vim vê-la,pois estou morrendo de saudades, em vão... depois de um bom tempo ela lhe responde: já lavei os meus pés,tornarei a lavá-los de novo..."? Ela enfim, convence o seu noivo pelo cansaço,depois de um "chá de banco", sentado ou de pé, ele finalmente desiste e se vai embora. Ela não estava preparada emocionalmente para receber o seu amor, o que ela queria era ficar a sós, pensando, lutando consigo mesma, talvez estava começando aborrecê-lo. Era um tempo certo de se aborrecer um amor de noivado,seria um amor fingido? o amor fingido é um amor imaturo, um amor pela metade, um amor sem definição, um amor maduro não tem pressa, não arde em ciúmes.
TEMPO DE AMAR - A escritora Tim La Hay escreve em seu livro APRENDENDO A AMAR - onde a autora nos fala que nem todas as pessoas estão emocionalmente amadurecidas para amar ou para amar de novo.E assim ela acrescenta, as pessoas tem medo de amar, tem medo de se machucar de novo. Tempo de amar é um novo tempo que se abre em nosso coração, para um relacionamento a dois. Ambas as pessoas devem estar maduras emocionalmente para se amarem de novo. No livro de Genesis ( Gen.29:18) está escrito de que, Jacó trabalhou sete anos para pagar ao seu sogro pelo amor de Raquel sua filha mais nova. Este foi o tempo da maturação do amor, se Jacó estava maduro para amar, mas a sua noiva, a sua pretendida não estava emocionalmente preparada.Ela deveria ser preparada, deveria sem cortejada, deveria ser acarinhada, para depois amar de verdade. O amor tudo sofre... tudo espera... tudo suporta. Vejamos o casso da história acima que nos escreve o rei Salomão, o noivo depois de um longo tempo de espera na noite ele se vai embora e vai aborrecido. Neste caso, o noivo não teve a paciência de esperar nem por um tempo de uma noite ( talvez, oito horas de espera...?) Vemos que Jacó esperou e trabalhou para agradar ao seu sogro, e para que o amor de sua pretendida noiva pudesse amadurecer, esperou sem pressa, por durante sete anos. Para que seu amor estivesse emocionalmente maduro e definido, este podemos dizer que é um amor que tudo sofre... tudo suporta e tudo espera. Este é um amor que está amadurecendo com o tempo, com os anos, com os séculos,este é um amor que vence o tempo e as eras, este amor jamais acaba. Este amor lança fora todo o medo de ser feliz.
DEUS AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA - Um amor profundo, um amor sem pressa,um amor que tudo sofre, um amor que tudo espera e jamais acaba, que enviou o seu filho unigênito, JESUS CRISTO. Que neste tempo em 2010 possamos aprender a aborrecer um amor fingido...? e amar o verdadeiro amor. Amando aos nossos familiares, filhos, esposa, pais, mães, irmãos e a todos os nossos semelhantes que somos tão carentes deste verdadeiro amor, que vence todos os tempos, todos os séculos e entra na eternidade afora. Este é um ano do JUBILEU... ANO DE PERDÃO DE TODAS AS NOSSAS GRANDES DÍVIDAS, Deus em Cristo nos perdôou as nossas grandes dívidas, de pecados. Deus seja sempre louvado em Cristo Jesus em 2010!
Pr. Alfonso Czaplinski
TEMPO DE ABORRECER... Se tudo tem o seu tempo determinado debaixo do sol, também existe o tempo de SE aborrecer. Assim se expressa o rei Salomão em seu comentário. Em seu livro Cantares de Salomão ( cantares 5:2-6) assim ele se expressa: " O noivo vem de noite ao encontro de sua amada e lhe diz: "Querida minha vem... e abre a porta...? ela se demora em atendê-lo e depois lhe diz: já perfumei a minha cama, já tomei banho, já dei ordens aos meus criados, etc. ele insiste, mas querida eu vim vê-la,pois estou morrendo de saudades, em vão... depois de um bom tempo ela lhe responde: já lavei os meus pés,tornarei a lavá-los de novo..."? Ela enfim, convence o seu noivo pelo cansaço,depois de um "chá de banco", sentado ou de pé, ele finalmente desiste e se vai embora. Ela não estava preparada emocionalmente para receber o seu amor, o que ela queria era ficar a sós, pensando, lutando consigo mesma, talvez estava começando aborrecê-lo. Era um tempo certo de se aborrecer um amor de noivado,seria um amor fingido? o amor fingido é um amor imaturo, um amor pela metade, um amor sem definição, um amor maduro não tem pressa, não arde em ciúmes.
TEMPO DE AMAR - A escritora Tim La Hay escreve em seu livro APRENDENDO A AMAR - onde a autora nos fala que nem todas as pessoas estão emocionalmente amadurecidas para amar ou para amar de novo.E assim ela acrescenta, as pessoas tem medo de amar, tem medo de se machucar de novo. Tempo de amar é um novo tempo que se abre em nosso coração, para um relacionamento a dois. Ambas as pessoas devem estar maduras emocionalmente para se amarem de novo. No livro de Genesis ( Gen.29:18) está escrito de que, Jacó trabalhou sete anos para pagar ao seu sogro pelo amor de Raquel sua filha mais nova. Este foi o tempo da maturação do amor, se Jacó estava maduro para amar, mas a sua noiva, a sua pretendida não estava emocionalmente preparada.Ela deveria ser preparada, deveria sem cortejada, deveria ser acarinhada, para depois amar de verdade. O amor tudo sofre... tudo espera... tudo suporta. Vejamos o casso da história acima que nos escreve o rei Salomão, o noivo depois de um longo tempo de espera na noite ele se vai embora e vai aborrecido. Neste caso, o noivo não teve a paciência de esperar nem por um tempo de uma noite ( talvez, oito horas de espera...?) Vemos que Jacó esperou e trabalhou para agradar ao seu sogro, e para que o amor de sua pretendida noiva pudesse amadurecer, esperou sem pressa, por durante sete anos. Para que seu amor estivesse emocionalmente maduro e definido, este podemos dizer que é um amor que tudo sofre... tudo suporta e tudo espera. Este é um amor que está amadurecendo com o tempo, com os anos, com os séculos,este é um amor que vence o tempo e as eras, este amor jamais acaba. Este amor lança fora todo o medo de ser feliz.
DEUS AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA - Um amor profundo, um amor sem pressa,um amor que tudo sofre, um amor que tudo espera e jamais acaba, que enviou o seu filho unigênito, JESUS CRISTO. Que neste tempo em 2010 possamos aprender a aborrecer um amor fingido...? e amar o verdadeiro amor. Amando aos nossos familiares, filhos, esposa, pais, mães, irmãos e a todos os nossos semelhantes que somos tão carentes deste verdadeiro amor, que vence todos os tempos, todos os séculos e entra na eternidade afora. Este é um ano do JUBILEU... ANO DE PERDÃO DE TODAS AS NOSSAS GRANDES DÍVIDAS, Deus em Cristo nos perdôou as nossas grandes dívidas, de pecados. Deus seja sempre louvado em Cristo Jesus em 2010!
Pr. Alfonso Czaplinski
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