QUEM SAI ANDANDO E CHORANDO ENQUANTO SEMEIA... UM DIA VOLTARÁ COM ALEGRIA A COLHER OS SEUS MOLHOS...
"Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho..." (Jesus)
Era chegado do ano de 2003, vim para a região de Joinville - SC.
Como uma alternativa de emprego e busca de um campo missionário.
Queria ficar perto de meus parentes, foi com a sugestão de minhas irmãs Lúcia
e da irmã Genoveva que já estavam morando aqui por um longo tempo.
Lúcia esta morando em Massaranduba e a Genoveva mora aqui em Joinville.
Quando cheguei aqui em Joinville após a separação de minha família,
Esta foi uma década de sofrimento, perseguição e dor.
Foi para mim, a chegada de uma grande tribulação em minha vida.
Quando aqui cheguei, tudo dava errado em minha vida?
Não conseguia acertar o passo na vida, era ilusão em cima de desilusão?
O calor da noite, o terror do ataque dos insectos "pernilongos" que nos atacavam a noite.
Dormir com janela aberta? Não era possível! Pois o calor era insuportável.
Cidade de Joinville faz um calor aproximado de 37 a 39 graus no verão?
Não se podia abrir a janela que já vinha uma nuvem destes insectos sugadores de sangue.
Tudo isso mais a solidão, com a depressão e busca de emprego, foi uma barra difícil para suportar.
Daí, eu dizia para mim mesmo:
Eu não vou conseguir suportar mais esta prova terrível?
Falava isto para a minha ex-esposa:
Ela dizia para mim:
Você vai conseguir, meu Velho! Você é forte, Você vai conseguir, Sim! Com certeza!
Além de tudo me dava a impressão de que, ainda tirava "saro" de minha "cara"?
Falando assim deste jeito, como se nada tivesse acontecido?
E de nossa situação financeira ruim?
De fato, a nossa situação financeira estava ruim mesmo!
Nesta época, eu trabalhava como vendedor
E corretor de Imóveis.
Não conseguia Vender Nada. Estava assim a meses.
Além de tudo me dava a impressão de que, ainda tirava "saro" de minha "cara"?
Falando assim deste jeito, como se nada tivesse acontecido?
E de nossa situação financeira ruim?
De fato, a nossa situação financeira estava ruim mesmo!
Nesta época, eu trabalhava como vendedor
E corretor de Imóveis.
Não conseguia Vender Nada. Estava assim a meses.
Mas, eu não conseguia aceitar a minha separação, eu sonhava em voltar?
Queria voltar a todo custo, andava sozinho a noite, não conseguia dormir?
PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO EM JOINVILLE - SC
PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO EM JOINVILLE - SC
No ano de 2003 trabalhei como professor de Ensino Religioso na cidade de Joinville,
designado professor de primeiro grau para a Escola Estadual Maria Brosig.
Escola que fica situada no bairro do Panaguámirim - bairro daqui de Joinville.
Foi um ano bem difícil, a noite eu estava pousando na casa de minha irmã Genoveva,
Sentia uma dor de dente terrível.
Tinha mandado extrair o "dente de Siso",
Que luta! Que sofrimento!
Fiquei durante quatro horas fio na cadeira do dentista para extrair o dente.
Que luta! Que sofrimento!
Fiquei durante quatro horas fio na cadeira do dentista para extrair o dente.
O meu dente estava inflamado, não pegava a anestesia.
Era um "dente de raiz trançada", Dizia o dentista, nunca vi coisa Igual?
A dentista era uma jovem estagiária, não tinha experiência,
Quase me matou pela sua incompetência e dor?
Que sofrimento! Que dor insuportável!
Depois consegui melhorar um pouco, Graças a Deus!
Quando dava as aulas durante a semana toda ficava aqui em Joinville.
Porém, quando chegava perto do final de semana, era aquela luta!
Eu não via a hora de chegar a sexta-feira!
Todas as sextas-feiras eu me mandava para Curitiba.
Não queria nem olhar para atrás.
Reconciliar-me com minha família era o que eu mais queria!
Mas nada conseguia, quanto mais eu lutava para a reconciliação com a família,
Tanto mais a minha situação em casa piorava.
Tanto mais minha esposa e minha querida "sogrinha" se afastavam de mim?
Chorei! Sofri ! Tanto que nem sei explicar! Como nos diz aquela velha canção.
Eu dizia e orava assim: Oh meu Deus me ajude!
Mas a situação piorava cada vez mais em casa com a minha família.
E o meu dente, como doía...? Não dava trégua.
Fui designado como professor substituto.
Fui designado como professor substituto.
Eu estava substituindo a professora que estava doente,
E que tinha entrado em licença de saúde, por causa de sua doença crônica.
Agora, eu fico doente com febre e em situação difícil.
O meu rosto ficou todo inchado pela inflamação dental.
Que momento terrível de tribulação!
Quando chegava a sexta-feira...? Queria voltar para Curitiba.
Quando eu chegava em Curitiba a solidão atacava-me também?
Por isso, para ter alguns momentos de refrigério na vida,
Quando eu chegava em Curitiba a solidão atacava-me também?
Por isso, para ter alguns momentos de refrigério na vida,
Eu sempre convidava o meu colega nome Donaldo que gostava de cantar,
Para que fosse lá em casa para me ajudar e para conversar e fazer-me companhia,
E também, para fazer uma cantoria de viola com seus amigos, para espantar a tristeza de
meu coração. Pois, eu não conseguia me animar. De jeito nenhum?
Nesta época, o meu colega Donaldo também estava desempregado, mas gostava de tocar e cantar com o seu violão, vinha com toda alegria lá em casa. Era uma festa!
Era a minha salvação, ele e seu conjunto me faziam uma boa companhia.
Graças a Deus! Assim eu tentava cantar um pouco?
Mas eu não conseguia cantar mesmo, a "dor de corneado" era grande mesmo.
Eu tentava, me esforçava, mas não conseguia mesmo.
O meu coração doía e fazia voltas. È certo a poesia da canção que diz:
"Sou um caso complicado de se entender"...?
É o amor! Ou é a desilusão mesmo?
"Sou um caso complicado de se entender"...?
É o amor! Ou é a desilusão mesmo?
Eu queria fazer as minhas orações silenciosas, mas não conseguia?
Queria ler a bíblia, mas também não conseguia?
Então, peguei emprestado um livro de um amigo meu, um livro de Auto-ajuda:
Cujo título era - Joseph Murphe - O Poder do Pensamento Positivo.
Cujo título era - Joseph Murphe - O Poder do Pensamento Positivo.
Tinha neste livro vários tipos de orações, em seus modelos de situações humanas.
Para cada momento, tinha-se uma oração específica.
Eu as lia de manhã... Lia a tarde... e lia a noite...?
Eu ficava repetindo estas orações a todo momento.
Foi a minha salvação, nestas orações simples,
Eu sempre achava algum conforto para a minha alma.
Meus amigos pastores, todos fugiam de perto de mim?
Então, eu perguntava a mim mesmo dizendo:
Será que eu vou sair desta situação?
O ano passou veio o ano de 2004 - fui para Jaraguá do Sul para dar aulas - Como professor.
Ano novo, agora estava me sentindo um pouco melhor?
Aos pouco, mas já estava querendo melhorar.
Agora estava perto de meu primo Acyr,
Fomos criados juntos nos velhos tempos de roça.
Foi a minha salvação, Graças a Deus!
Continuei morando lá e trabalhando.
Mas quando chegava a famosa sexta-feira...?
Mas quando chegava a famosa sexta-feira...?
Eu não queria saber de mais nada, me mandava para Curitiba.
Eu precisava destes ares de Curitiba para me recuperar?
A cidade que ao mesmo tempo me fazia sangrar o coração?
Ao mesmo tempo, ajudava-me a cicatrizar as minhas feridas interiores.
Caso contrário, eu não conseguia me animar, nem me recuperar emocionalmente.
Em Jaraguá encontrei uns professores(as) egoístas, não queriam me ajudar?
Em Jaraguá encontrei uns professores(as) egoístas, não queriam me ajudar?
Faziam de tudo para me prejudicar?
Não queriam ser minhas amigas e amigos de jeito nenhum?
Não queriam ser minhas amigas e amigos de jeito nenhum?
Eu não conseguia me adaptar a classe aos alunos.
As crianças faziam bastante bagunça em minhas aulas,
Eu não conseguia controlar a classe. Que Momento difícil?
Mas, Pouco a pouco os professores(as) começavam se aproximar de mim.
Começamos ter boas ralações entre nós: Entre alunos e professores.
Eu ia me entrosando com as pessoas da região.
De início, todos me viam com um ser estranho?
Acho que era a minha situação emocional, eu estava alterado mesmo.
Inicialmente, só pensava em minha família e em minha ex-esposa.
EXPERIENCIAS COM ALUNOS EM SALA DE AULA
EXPERIENCIAS COM ALUNOS EM SALA DE AULA
Nesta época estava lecionando minhas aulas de ensino religioso na Escola de Três Rios do Norte,
na Escola Max Schubert - nome do famoso músico.
Tínhamos lá algumas salas de aula com alunos de comportamento bom outras salas porém, eram
de comportamento complicado. Eram os alunos de comportamento difícil, mas que precisavam
ser educados e amansados, caso contrário, esses alunos se tornariam um problema para sempre?
Uma destas salas do primeiro ano, foram o que mais me chamaram a atenção.
Eles gostavam das minhas aulas de Ensino Religioso,
Eles diziam em seu comentário
Nos ditados e dissertações que se pediam que escrevessem em sala de aula.
Era perguntado neste ditado:
Qual era a aula que eles mais gostavam? Qual era o melhor professor ?
Tinha-se como resposta, Eles escreveram:
As aulas que mais nós gostamos são as aulas de Ensino Religioso.
Gostamos das aulas do professor Alfonso ! Que eram as minhas aulas.
Eles diziam assim em sua redação:
Professor! Você é Legal ! Você é lindo ! Eu te adoro !
Gosto de suas Histórias da Bíblia!
Gosto de suas Rezas e Orações!
Gosto das cantorias que o professor faz com o seu Violão!
Pois nesta sala do "Prézinho", primeiro ano escolar,
A diretora tinha permitido que eu cantasse com eles,
E que se usasse o violão como instrumento para animá-los em sala de aula.
Que Alegria ! Que festa era este momento !
Depois fui para a Escola Municipal Ricieri Marcatto.
Escola tipo agro-industrial. As crinças gostavam de professor Homem.
Quando Estava indo para esta escola meu coração tremia de ansiedade.
Pois o antigo professor havia deixado a escola e os alunos,
Por motivo de, mau relacionamento com os seus alunos.
Pensava eu comigo, agora vou para mais uma destas escolas de alunos
com comportamento difícil e complicado:
Pensava comigo mesmo: Será que vou Vencer ? Terei sucesso nesta jornada ?
Fui pedalando de bicicleta até lá, digo até a Escola.
Tinha uma distancia estimada em 18 kilômetros do local de onde eu morava.
Quando ia chegando perto da escola ao longe já ouvia os gritos das crianças.
Comecei a ficar ansioso! Já estava quase meia hora em atraso.
A diretora me recebeu e disse: Boas vindas! Professor Alfonso !
A Escola é sua! Fique bem a vontade!
Já tinha uma cerimônia de abertura, já de início gostei de tudo!
Começamos com uma contoria de viola em um cd. gravado.
Minha aulas eram para todas séries para todas as salas de: 1ª a 8 ª séries, respectivamente.
Quando olhei na sala da diretoria vi um violão velho, pertungei a diretora:
Será que a gente pode cantar com as crianças?
Algumas canções nas aulas de Ensino Relgioso,
Pois são aulas difícieis de se comunicar somente em palavras?
Perguntei meio envergonhado ?
No que ela respondeu imediatamente! Então, você sabe tocar Violão? Professor!
Respondi-lhe: Sim eu sei ! Um pouquinho! Não muito !
Assim começamos a cantar com as crianças em sala de aula.
Quase a maioria dos professores gostavam de cantar nesta escola.
Parecia que, a professora cerimonialista inventava alguma coisa para se fazer festa,
para cantar, para se fazer teatro, danças, concursos, festas, gincanas etc.
Cantavasse de tudo, canções gospel, canções da escola etc.
Os pais e os vizinhos logo ouviram o barulho e comecaram a perguntar:
O que tinha acontecido com a escola e com a aulas de Ensino Religioso?
Que professor era este que os alunos só falavam de suas aulas e os alunos
iam para as suas casas e iam cantando as canções que aprendiam na Escola?
Muitos pais iam para Escola para conhecer o professor de Ensino Religioso.
Quando me viam se espantavam perguntando:
Mas aquele "velhinho" é o nosso professor de Ensino Religioso?
A diretora e os demais professores respondiam aos pais e demais vizinhos:
Sim ! Aquele "velhinho" é o nosso professor de Religião!
Eles Respondiam: Puxa! Que velhinho Legal!
Nossos filhos só falam de suas aulas.
Assim era a nossa Escola.
Uma mistura de fé e conhecimento e alegria!
E esperança no meio a tantas frustrações da nossa vida de cada dia.
Que Deus assim nos ajude!
A CHEGADA DE MINHA ESPOSA "O TOQUE NO PORTÃO"
Uma destas salas do primeiro ano, foram o que mais me chamaram a atenção.
Eles gostavam das minhas aulas de Ensino Religioso,
Eles diziam em seu comentário
Nos ditados e dissertações que se pediam que escrevessem em sala de aula.
Era perguntado neste ditado:
Qual era a aula que eles mais gostavam? Qual era o melhor professor ?
Tinha-se como resposta, Eles escreveram:
As aulas que mais nós gostamos são as aulas de Ensino Religioso.
Gostamos das aulas do professor Alfonso ! Que eram as minhas aulas.
Eles diziam assim em sua redação:
Professor! Você é Legal ! Você é lindo ! Eu te adoro !
Gosto de suas Histórias da Bíblia!
Gosto de suas Rezas e Orações!
Gosto das cantorias que o professor faz com o seu Violão!
Pois nesta sala do "Prézinho", primeiro ano escolar,
A diretora tinha permitido que eu cantasse com eles,
E que se usasse o violão como instrumento para animá-los em sala de aula.
Que Alegria ! Que festa era este momento !
Depois fui para a Escola Municipal Ricieri Marcatto.
Escola tipo agro-industrial. As crinças gostavam de professor Homem.
Quando Estava indo para esta escola meu coração tremia de ansiedade.
Pois o antigo professor havia deixado a escola e os alunos,
Por motivo de, mau relacionamento com os seus alunos.
Pensava eu comigo, agora vou para mais uma destas escolas de alunos
com comportamento difícil e complicado:
Pensava comigo mesmo: Será que vou Vencer ? Terei sucesso nesta jornada ?
Fui pedalando de bicicleta até lá, digo até a Escola.
Tinha uma distancia estimada em 18 kilômetros do local de onde eu morava.
Quando ia chegando perto da escola ao longe já ouvia os gritos das crianças.
Comecei a ficar ansioso! Já estava quase meia hora em atraso.
A diretora me recebeu e disse: Boas vindas! Professor Alfonso !
A Escola é sua! Fique bem a vontade!
Já tinha uma cerimônia de abertura, já de início gostei de tudo!
Começamos com uma contoria de viola em um cd. gravado.
Minha aulas eram para todas séries para todas as salas de: 1ª a 8 ª séries, respectivamente.
Quando olhei na sala da diretoria vi um violão velho, pertungei a diretora:
Será que a gente pode cantar com as crianças?
Algumas canções nas aulas de Ensino Relgioso,
Pois são aulas difícieis de se comunicar somente em palavras?
Perguntei meio envergonhado ?
No que ela respondeu imediatamente! Então, você sabe tocar Violão? Professor!
Respondi-lhe: Sim eu sei ! Um pouquinho! Não muito !
Assim começamos a cantar com as crianças em sala de aula.
Quase a maioria dos professores gostavam de cantar nesta escola.
Parecia que, a professora cerimonialista inventava alguma coisa para se fazer festa,
para cantar, para se fazer teatro, danças, concursos, festas, gincanas etc.
Cantavasse de tudo, canções gospel, canções da escola etc.
Os pais e os vizinhos logo ouviram o barulho e comecaram a perguntar:
O que tinha acontecido com a escola e com a aulas de Ensino Religioso?
Que professor era este que os alunos só falavam de suas aulas e os alunos
iam para as suas casas e iam cantando as canções que aprendiam na Escola?
Muitos pais iam para Escola para conhecer o professor de Ensino Religioso.
Quando me viam se espantavam perguntando:
Mas aquele "velhinho" é o nosso professor de Ensino Religioso?
A diretora e os demais professores respondiam aos pais e demais vizinhos:
Sim ! Aquele "velhinho" é o nosso professor de Religião!
Eles Respondiam: Puxa! Que velhinho Legal!
Nossos filhos só falam de suas aulas.
Assim era a nossa Escola.
Uma mistura de fé e conhecimento e alegria!
E esperança no meio a tantas frustrações da nossa vida de cada dia.
Que Deus assim nos ajude!
A CHEGADA DE MINHA ESPOSA "O TOQUE NO PORTÃO"
Escrevo aqui em parte do que passei após minha separação. Todas as noites ela chegava em casa pelas oito horas da noite.
Era uma festa ver ouvir a sua a sua chegada. A nossa casa era alugada.
Em frente a casa tinha um portão grande frente para a rua,
Que era amarrado com uma corrente e cadeado grande.
O "toque no portão" fazia um grande barulho, ouvia-se o seu barulho a distancia.
Também eu conseguia ouvir passadas de minha esposa ao longe e seus "passinhos"
Repicados fazendo:
Tók...Tók...Tók ? Jeito de andar de mulher, ela vinha gritando ao longe e dizendo:
Veinho! eu Cheguei...? Veinho ! eu cheguei...? Que festa era ouvir isto!
Sua voz era macia e cheia de ternura? Pelo menos era o que parecia?
Era uma alegria a sua chegada em casa!
Essa Alegria contagiava o meu coração em sua chegada!
A palavra "Veinho" era um nome carinhoso que queria dizer entre nós,
Mais ou menos assim:
Minha querida? Minha amada, meu Amor? ou Algo Assim!
A nossa casa ficava nos fundos. A frente a dona da casa tinha uma pensão.
A noite ouvia-se sempre um "entra e sai" de pessoas, o tempo todo.
Afinal, toda pensão é assim mesmo.
A noite quando a minha esposa chegava diariamente, muitas vezes eu já estava em casa.
Eu ficava sentado na sala esperando-a!
Quando ela chegasse e sempre fazia a famosa sopa da noite. A nossa janta.
Pois bem, sem avisar, houve uma noite em que ela não veio...?
Eu fiquei esperando...? Ansioso...?
Eram sete horas da noite e ela não vinha?
Eram oito horas na noite e ela não chegava...?
Eu pressentia que algo ruim iria acontecer?
De repente ela ligou e me deu o recado:
Dizia ela ao telefone: Falava em tom de voz trêmulo e alterado.
Meu velho! Eu não vou mais aí ...? Acabou...?
Dai, pensei comigo mesmo: Que jeito estranho de dizer Adeus!
Eu não conseguia Acreditar no que eu estava ouvindo pelo telefone.
A noite não conseguia dormir,!
Fiquei acordado a noite toda, pensando no que poderia ter acontecido...?
Cada "toque ao portão" o meu coração tremia, parecia que o meu
coração iria saltar pela boca de tão ansioso que eu ficava?
Ao ouvir o barulho do portão comecei a ficar "estressado"?
A cada "toque" eu pensava comigo: Talvez, agora seja ela?
Eu ouvia o "toque no portão" a noite toda! Mas ela não veio mesmo!
Cada toque que eu ouvia no portão, eu pensava comigo mesmo,
Talvez, ela tenha se arrependido e agora voltou?
Mas nada disto aconteceu, ela não veio mesmo!
Que luta ! Que sofrimento!
Era uma festa ver ouvir a sua a sua chegada. A nossa casa era alugada.
Em frente a casa tinha um portão grande frente para a rua,
Que era amarrado com uma corrente e cadeado grande.
O "toque no portão" fazia um grande barulho, ouvia-se o seu barulho a distancia.
Também eu conseguia ouvir passadas de minha esposa ao longe e seus "passinhos"
Repicados fazendo:
Tók...Tók...Tók ? Jeito de andar de mulher, ela vinha gritando ao longe e dizendo:
Veinho! eu Cheguei...? Veinho ! eu cheguei...? Que festa era ouvir isto!
Sua voz era macia e cheia de ternura? Pelo menos era o que parecia?
Era uma alegria a sua chegada em casa!
Essa Alegria contagiava o meu coração em sua chegada!
A palavra "Veinho" era um nome carinhoso que queria dizer entre nós,
Mais ou menos assim:
Minha querida? Minha amada, meu Amor? ou Algo Assim!
A nossa casa ficava nos fundos. A frente a dona da casa tinha uma pensão.
A noite ouvia-se sempre um "entra e sai" de pessoas, o tempo todo.
Afinal, toda pensão é assim mesmo.
A noite quando a minha esposa chegava diariamente, muitas vezes eu já estava em casa.
Eu ficava sentado na sala esperando-a!
Quando ela chegasse e sempre fazia a famosa sopa da noite. A nossa janta.
Pois bem, sem avisar, houve uma noite em que ela não veio...?
Eu fiquei esperando...? Ansioso...?
Eram sete horas da noite e ela não vinha?
Eram oito horas na noite e ela não chegava...?
Eu pressentia que algo ruim iria acontecer?
De repente ela ligou e me deu o recado:
Dizia ela ao telefone: Falava em tom de voz trêmulo e alterado.
Meu velho! Eu não vou mais aí ...? Acabou...?
Dai, pensei comigo mesmo: Que jeito estranho de dizer Adeus!
Eu não conseguia Acreditar no que eu estava ouvindo pelo telefone.
A noite não conseguia dormir,!
Fiquei acordado a noite toda, pensando no que poderia ter acontecido...?
Cada "toque ao portão" o meu coração tremia, parecia que o meu
coração iria saltar pela boca de tão ansioso que eu ficava?
Ao ouvir o barulho do portão comecei a ficar "estressado"?
A cada "toque" eu pensava comigo: Talvez, agora seja ela?
Eu ouvia o "toque no portão" a noite toda! Mas ela não veio mesmo!
Cada toque que eu ouvia no portão, eu pensava comigo mesmo,
Talvez, ela tenha se arrependido e agora voltou?
Mas nada disto aconteceu, ela não veio mesmo!
Que luta ! Que sofrimento!
CURSO DE CASAIS SEPARADOS EM JARAGUÁ DO SUL
Comecei a ministrar um curso para casais separados na cidade.
De início, também não tinha apoio de ninguém.
Visitei escolas, igrejas,associações,
Visitei escolas, igrejas,associações,
Fui para a rádio local para falar sobre a gravidade do problema da separação das famílias.
Queria o apoio da Igreja local Presbiteriana, também de início foi difícil, não conseguia.
Mas aos poucos foi melhorando, até chegar a tem bom relacionamento com o pessoal.
Fiquei na cidade de Jaraguá do Sul durante três anos, mais ou menos.
Depois voltei para a cidade de Joinville-SC, local onde moro até o dia de hoje.
Depois voltei para a cidade de Joinville-SC, local onde moro até o dia de hoje.
Alfonso Czaplinski
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