quinta-feira, 27 de maio de 2010

HISTÓRIAS DO MEU TRABALHO MISSIONÁRIO NA REGIÃO DE JOINVILLE - II

QUEM  SAI  ANDANDO  E  CHORANDO  ENQUANTO  SEMEIA... UM  DIA  VOLTARÁ  COM  ALEGRIA  A  COLHER  OS  SEUS  MOLHOS...

"Ide  por  todo  o  mundo  e  pregai  o  Evangelho..." (Jesus)

Era  chegado  do  ano  de  2003,   vim  para  a  região  de  Joinville - SC. 
Como  uma  alternativa  de  emprego  e  busca  de  um  campo  missionário.
Queria  ficar  perto  de  meus  parentes, foi com a sugestão de  minhas  irmãs Lúcia
e  da  irmã  Genoveva que  já  estavam  morando  aqui  por  um  longo  tempo. 
Lúcia  esta  morando em  Massaranduba  e  a  Genoveva  mora  aqui  em  Joinville.
Quando  cheguei  aqui  em  Joinville  após  a separação  de  minha  família, 
Esta  foi  uma  década  de  sofrimento, perseguição  e  dor.
Foi  para  mim,  a  chegada  de uma  grande  tribulação  em  minha  vida.
Quando  aqui  cheguei, tudo  dava  errado  em  minha  vida?
Não  conseguia  acertar  o  passo  na  vida, era ilusão  em  cima  de desilusão?
O  calor  da  noite, o terror do ataque dos insectos "pernilongos"  que nos atacavam  a  noite. 
Dormir  com  janela  aberta? Não era  possível! Pois  o  calor  era  insuportável.
Cidade  de  Joinville  faz  um  calor  aproximado de  37  a  39  graus  no  verão?
Não  se  podia  abrir  a  janela  que  já  vinha  uma  nuvem  destes  insectos  sugadores  de  sangue.
Tudo  isso mais  a  solidão, com  a  depressão  e  busca  de  emprego, foi  uma  barra  difícil  para  suportar. 
Daí,  eu dizia para  mim  mesmo: 
Eu  não  vou  conseguir  suportar  mais  esta prova  terrível?
Falava  isto  para  a  minha   ex-esposa: 
Ela  dizia  para mim: 
Você  vai  conseguir, meu  Velho! Você é  forte, Você  vai  conseguir, Sim! Com  certeza!
Além  de  tudo me dava a  impressão de  que, ainda  tirava  "saro"  de  minha "cara"?
Falando  assim  deste  jeito, como  se  nada tivesse acontecido?
E  de nossa  situação  financeira  ruim?
De  fato, a nossa  situação financeira  estava  ruim  mesmo!
Nesta época, eu trabalhava  como vendedor
E  corretor  de  Imóveis.
Não conseguia  Vender Nada. Estava  assim  a  meses.
Mas, eu não conseguia  aceitar  a  minha  separação, eu  sonhava  em  voltar?
Queria voltar  a  todo custo, andava  sozinho a  noite, não  conseguia  dormir?

PROFESSOR  DE  ENSINO  RELIGIOSO  EM  JOINVILLE - SC 

No  ano  de  2003  trabalhei  como  professor de Ensino Religioso  na  cidade  de  Joinville,
designado  professor de primeiro  grau para  a  Escola  Estadual  Maria  Brosig. 
Escola  que  fica  situada  no  bairro  do  Panaguámirim - bairro daqui de  Joinville.
Foi  um  ano  bem  difícil, a  noite  eu  estava  pousando  na  casa  de  minha  irmã Genoveva,
Sentia  uma  dor  de  dente  terrível. 
Tinha  mandado  extrair   o  "dente  de  Siso",
Que  luta!  Que  sofrimento!
Fiquei  durante  quatro  horas fio  na  cadeira  do  dentista para  extrair  o  dente.  
O  meu  dente  estava  inflamado, não  pegava  a  anestesia. 
Era  um  "dente  de  raiz  trançada", Dizia  o  dentista, nunca  vi  coisa  Igual?
A  dentista  era  uma  jovem  estagiária, não  tinha experiência, 
Quase  me  matou  pela  sua  incompetência e dor? 
Que  sofrimento!  Que  dor  insuportável!
Depois  consegui  melhorar um  pouco, Graças  a  Deus!
Quando  dava  as  aulas  durante  a  semana  toda  ficava  aqui  em  Joinville.
Porém, quando  chegava  perto  do  final  de  semana, era  aquela  luta!
Eu  não  via  a  hora  de  chegar  a  sexta-feira!
Todas  as sextas-feiras  eu  me  mandava  para  Curitiba. 
Não  queria  nem  olhar  para  atrás.
Reconciliar-me  com  minha  família  era  o  que  eu  mais  queria!
Mas  nada  conseguia, quanto mais  eu  lutava  para  a  reconciliação com a família,
Tanto  mais  a  minha  situação  em  casa  piorava.
Tanto  mais  minha  esposa  e  minha  querida  "sogrinha"  se  afastavam  de  mim?
Chorei! Sofri !  Tanto  que  nem  sei  explicar! Como  nos  diz  aquela  velha  canção.
Eu  dizia  e  orava  assim:  Oh  meu  Deus  me  ajude!
Mas  a  situação  piorava  cada  vez  mais  em  casa  com  a  minha  família.
E  o  meu  dente, como  doía...? Não  dava  trégua.
Fui  designado  como  professor  substituto.
Eu  estava  substituindo  a  professora  que estava  doente,
E que tinha entrado  em  licença de saúde,  por  causa  de  sua  doença  crônica.
Agora,  eu fico doente  com  febre e em  situação  difícil.
O  meu  rosto ficou  todo  inchado  pela  inflamação  dental.
Que  momento terrível de  tribulação!
Quando  chegava  a  sexta-feira...? Queria  voltar  para  Curitiba.
Quando  eu  chegava  em  Curitiba  a  solidão  atacava-me  também?
Por  isso, para  ter  alguns  momentos  de  refrigério  na  vida,
Eu  sempre  convidava  o  meu  colega  nome  Donaldo  que  gostava  de  cantar,
Para  que  fosse  lá  em  casa  para  me  ajudar  e  para conversar e fazer-me  companhia, 
E também, para  fazer uma cantoria  de  viola  com  seus  amigos, para  espantar  a  tristeza  de
meu  coração. Pois, eu  não  conseguia  me  animar. De  jeito  nenhum?
Nesta época, o  meu  colega Donaldo também  estava  desempregado, mas gostava  de  tocar  e  cantar  com  o  seu  violão, vinha  com  toda  alegria  lá  em  casa. Era uma  festa!
Era  a  minha salvação, ele e  seu  conjunto me  faziam uma boa companhia.
Graças  a  Deus! Assim  eu  tentava cantar um  pouco?
Mas  eu  não  conseguia  cantar  mesmo,  a  "dor  de  corneado"  era  grande  mesmo.
Eu  tentava, me  esforçava, mas  não  conseguia  mesmo. 
O  meu  coração  doía  e  fazia  voltas. È certo  a  poesia da  canção que diz:
"Sou  um  caso  complicado  de  se  entender"...?
É o  amor! Ou é a  desilusão mesmo?
Eu  queria  fazer  as  minhas  orações  silenciosas, mas  não  conseguia?
Queria  ler  a  bíblia, mas  também  não  conseguia?
Então, peguei  emprestado um livro de  um  amigo meu, um livro  de Auto-ajuda:
Cujo  título  era - Joseph  Murphe - O  Poder  do  Pensamento  Positivo.
Tinha neste livro vários tipos de   orações, em  seus  modelos de situações humanas.
Para  cada  momento, tinha-se  uma  oração  específica. 
Eu  as  lia  de  manhã... Lia  a  tarde...  e  lia  a  noite...?
Eu  ficava  repetindo  estas  orações  a  todo  momento. 
Foi  a  minha  salvação, nestas  orações  simples,
Eu sempre achava  algum  conforto  para  a  minha  alma. 
Meus  amigos pastores, todos  fugiam  de  perto  de  mim?
Então, eu  perguntava  a  mim  mesmo dizendo:
Será  que  eu  vou  sair  desta  situação?

O  ano  passou  veio  o  ano  de  2004  - fui  para  Jaraguá  do  Sul  para  dar  aulas  -  Como professor.

 Ano novo, agora estava  me  sentindo  um  pouco  melhor? 
 Aos pouco, mas  já  estava  querendo  melhorar.
Agora  estava  perto  de  meu  primo  Acyr,
Fomos  criados  juntos  nos  velhos  tempos  de roça.
Foi  a  minha  salvação, Graças  a  Deus!
Continuei  morando  lá e  trabalhando.
Mas  quando chegava  a  famosa  sexta-feira...?
Eu  não  queria  saber  de mais  nada, me  mandava  para  Curitiba.
Eu  precisava  destes  ares  de  Curitiba  para  me  recuperar?
A  cidade  que  ao  mesmo  tempo  me  fazia  sangrar o coração?
Ao  mesmo  tempo,  ajudava-me  a  cicatrizar  as  minhas  feridas  interiores.
Caso  contrário, eu  não  conseguia  me  animar, nem  me  recuperar  emocionalmente.
Em Jaraguá encontrei uns  professores(as)  egoístas, não  queriam  me  ajudar?
Faziam  de  tudo  para  me  prejudicar?
Não  queriam  ser  minhas amigas e amigos  de  jeito  nenhum?
Eu  não  conseguia  me  adaptar a classe aos  alunos. 
As  crianças  faziam  bastante  bagunça  em  minhas aulas, 
Eu  não  conseguia  controlar   a  classe. Que  Momento  difícil?
Mas, Pouco  a  pouco  os  professores(as)  começavam  se  aproximar  de  mim.
Começamos   ter boas  ralações  entre nós: Entre alunos  e  professores.
Eu  ia  me  entrosando  com  as  pessoas  da  região.
De  início, todos  me  viam  com  um  ser  estranho?
Acho  que  era  a  minha  situação  emocional, eu  estava  alterado  mesmo.
Inicialmente, só  pensava  em  minha  família e  em  minha ex-esposa.

EXPERIENCIAS  COM  ALUNOS  EM  SALA  DE  AULA 

Nesta  época  estava  lecionando  minhas  aulas  de  ensino  religioso  na  Escola  de  Três  Rios  do Norte,
na  Escola  Max  Schubert - nome  do  famoso  músico.
Tínhamos  lá  algumas  salas  de  aula  com  alunos  de  comportamento  bom outras  salas  porém, eram
de  comportamento  complicado. Eram  os  alunos  de  comportamento  difícil, mas  que  precisavam 
ser  educados  e  amansados, caso  contrário,  esses  alunos  se  tornariam  um  problema  para  sempre?
Uma  destas  salas  do primeiro  ano, foram  o  que  mais  me  chamaram  a  atenção.
Eles  gostavam  das  minhas  aulas  de  Ensino  Religioso, 
Eles  diziam  em  seu  comentário
Nos  ditados e  dissertações que  se  pediam  que  escrevessem em  sala  de  aula.
Era  perguntado  neste  ditado:
Qual  era  a  aula  que  eles  mais  gostavam? Qual  era  o  melhor  professor ?
Tinha-se  como  resposta, Eles  escreveram:
As  aulas  que  mais  nós  gostamos  são as  aulas  de  Ensino  Religioso.
Gostamos  das  aulas  do  professor  Alfonso ! Que  eram  as  minhas  aulas.
Eles  diziam  assim  em  sua  redação:
Professor!  Você  é  Legal !  Você  é  lindo !  Eu  te  adoro !
Gosto  de  suas Histórias  da  Bíblia! 
Gosto  de  suas  Rezas  e  Orações!
Gosto  das  cantorias  que  o  professor  faz  com  o  seu  Violão! 
Pois   nesta  sala  do  "Prézinho", primeiro  ano  escolar,
A  diretora  tinha  permitido  que  eu  cantasse  com  eles,
E que se  usasse  o  violão  como  instrumento  para  animá-los  em  sala  de  aula.
Que  Alegria !  Que  festa  era  este  momento !
Depois  fui  para  a  Escola  Municipal   Ricieri  Marcatto.
Escola  tipo  agro-industrial. As  crinças  gostavam  de  professor  Homem.
Quando  Estava  indo  para  esta  escola  meu  coração  tremia  de  ansiedade.
Pois  o  antigo  professor  havia  deixado  a  escola  e  os  alunos,
Por  motivo  de, mau  relacionamento  com  os  seus  alunos.
Pensava  eu  comigo, agora  vou  para  mais  uma  destas  escolas  de  alunos  
com  comportamento  difícil  e  complicado: 
Pensava  comigo  mesmo: Será  que  vou  Vencer ? Terei  sucesso  nesta  jornada ?
Fui  pedalando  de  bicicleta até  lá, digo  até  a  Escola.
Tinha  uma  distancia  estimada  em  18  kilômetros  do  local  de  onde  eu  morava.
Quando  ia  chegando  perto  da  escola  ao  longe  já  ouvia  os  gritos  das  crianças.
Comecei  a  ficar  ansioso! Já  estava  quase  meia  hora  em  atraso.
A  diretora  me  recebeu  e  disse: Boas  vindas! Professor  Alfonso !
A  Escola  é  sua! Fique  bem  a  vontade!
Já  tinha  uma  cerimônia  de  abertura, já de  início  gostei  de  tudo!
Começamos  com  uma  contoria  de  viola em  um  cd. gravado.
Minha aulas eram para todas séries para todas  as  salas  de: 1ª  a  8 ª  séries, respectivamente.
Quando  olhei  na  sala  da  diretoria vi  um violão velho, pertungei  a  diretora:
Será  que  a  gente  pode  cantar  com  as  crianças? 
Algumas  canções  nas  aulas  de Ensino  Relgioso,
Pois  são  aulas  difícieis de  se  comunicar  somente  em  palavras? 
Perguntei  meio  envergonhado ?
No  que  ela  respondeu  imediatamente! Então, você  sabe  tocar  Violão? Professor!
Respondi-lhe: Sim  eu  sei ! Um  pouquinho! Não  muito !
Assim  começamos  a  cantar  com  as  crianças  em  sala  de  aula.
Quase a  maioria  dos  professores  gostavam  de  cantar  nesta  escola.
Parecia  que, a  professora cerimonialista  inventava  alguma  coisa  para  se  fazer  festa, 
para  cantar, para  se  fazer  teatro, danças, concursos, festas, gincanas etc.
Cantavasse  de tudo, canções  gospel, canções  da  escola etc.
Os  pais  e  os  vizinhos  logo  ouviram  o  barulho  e  comecaram  a  perguntar:
O  que  tinha  acontecido  com  a  escola  e  com  a  aulas  de  Ensino  Religioso?
Que  professor  era  este  que  os  alunos  só  falavam  de  suas  aulas  e  os  alunos
iam  para  as suas  casas  e  iam  cantando  as  canções  que  aprendiam  na  Escola?
Muitos  pais  iam  para Escola para  conhecer  o  professor  de  Ensino  Religioso. 
Quando  me  viam  se  espantavam  perguntando: 
Mas  aquele  "velhinho"  é  o  nosso  professor  de  Ensino  Religioso?
A  diretora  e  os  demais  professores  respondiam  aos  pais  e  demais  vizinhos:
Sim ! Aquele  "velhinho"  é  o  nosso  professor  de Religião!

Eles  Respondiam: Puxa! Que velhinho Legal!
Nossos  filhos  só  falam  de  suas  aulas.
Assim  era  a  nossa  Escola.
Uma  mistura  de  fé  e  conhecimento  e  alegria!
E  esperança no  meio  a  tantas  frustrações da  nossa vida de  cada  dia.
Que  Deus  assim  nos  ajude!


A  CHEGADA  DE  MINHA  ESPOSA  "O  TOQUE  NO  PORTÃO"
Escrevo  aqui  em  parte  do  que  passei  após  minha  separação. Todas  as  noites  ela  chegava  em  casa  pelas  oito horas  da  noite.
Era  uma  festa  ver  ouvir  a  sua a  sua  chegada. A  nossa  casa  era  alugada.
Em frente  a  casa  tinha  um  portão  grande frente para a rua,
Que  era  amarrado  com uma  corrente e  cadeado  grande.
O "toque  no  portão"  fazia  um  grande  barulho, ouvia-se  o seu barulho a  distancia.
Também  eu  conseguia  ouvir  passadas de minha  esposa ao  longe  e  seus  "passinhos"
Repicados  fazendo: 
Tók...Tók...Tók ? Jeito  de  andar de  mulher, ela  vinha  gritando  ao  longe  e  dizendo:
Veinho! eu Cheguei...? Veinho ! eu  cheguei...? Que  festa  era  ouvir  isto! 
Sua  voz  era  macia  e  cheia  de  ternura? Pelo  menos  era  o  que parecia?
Era uma alegria a  sua  chegada em casa! 
Essa Alegria contagiava  o  meu  coração  em  sua  chegada!
A palavra  "Veinho"  era  um  nome  carinhoso  que  queria  dizer  entre  nós,
Mais  ou  menos  assim:
Minha  querida? Minha  amada, meu  Amor? ou  Algo  Assim! 
A  nossa  casa  ficava  nos  fundos. A  frente  a  dona  da  casa  tinha  uma  pensão. 
A noite  ouvia-se  sempre  um  "entra  e sai"  de  pessoas,  o  tempo  todo. 
Afinal, toda  pensão  é  assim  mesmo.
A noite quando  a  minha  esposa  chegava  diariamente, muitas vezes  eu  já estava  em  casa.
Eu  ficava sentado  na  sala  esperando-a!
Quando  ela  chegasse  e sempre  fazia a  famosa  sopa  da  noite. A nossa  janta.
Pois  bem, sem avisar, houve uma  noite  em  que  ela  não  veio...?

Eu  fiquei  esperando...? Ansioso...?
Eram  sete  horas  da  noite  e  ela  não  vinha?
Eram  oito  horas  na  noite  e  ela  não  chegava...?
Eu  pressentia  que  algo  ruim  iria  acontecer?
De  repente  ela  ligou  e  me  deu  o  recado:
Dizia  ela  ao  telefone: Falava  em  tom de voz trêmulo e  alterado.
Meu  velho!  Eu  não  vou  mais  aí ...? Acabou...?
Dai, pensei  comigo mesmo: Que  jeito  estranho  de  dizer  Adeus!
Eu  não  conseguia Acreditar no  que  eu  estava  ouvindo pelo  telefone.  
A noite não conseguia dormir,!
Fiquei  acordado  a  noite toda, pensando no que  poderia ter  acontecido...?
Cada  "toque  ao  portão"  o  meu  coração  tremia, parecia  que o meu 
coração  iria  saltar  pela  boca  de  tão ansioso que eu  ficava?
Ao  ouvir  o  barulho  do  portão comecei  a ficar "estressado"?
A cada  "toque" eu  pensava  comigo: Talvez, agora  seja  ela?
Eu  ouvia  o  "toque  no  portão"  a  noite  toda! Mas  ela  não  veio  mesmo!
Cada  toque  que eu  ouvia  no  portão, eu  pensava  comigo mesmo,
Talvez, ela  tenha  se  arrependido  e  agora  voltou?
Mas  nada  disto  aconteceu, ela  não  veio  mesmo!
Que  luta ! Que  sofrimento!

CURSO  DE  CASAIS  SEPARADOS  EM  JARAGUÁ  DO  SUL

Comecei  a  ministrar  um  curso  para  casais  separados  na  cidade. 
De  início,  também  não  tinha  apoio  de  ninguém.
Visitei  escolas, igrejas,associações, 
Fui  para  a  rádio local  para  falar  sobre  a  gravidade  do  problema  da  separação das  famílias.
Queria  o  apoio  da  Igreja  local  Presbiteriana, também  de  início  foi  difícil, não  conseguia.
Mas  aos poucos  foi  melhorando, até  chegar  a  tem  bom  relacionamento  com o pessoal.
Fiquei  na  cidade  de  Jaraguá do Sul durante  três anos, mais  ou  menos.
Depois  voltei  para  a  cidade  de  Joinville-SC, local  onde  moro  até  o  dia  de  hoje.

Alfonso  Czaplinski

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