quinta-feira, 15 de julho de 2010

O PODER DA FÉ O PESSIMISMO E O PENSAMENTO POSITIVO


O  PODER   DA   FÉ  AO  PESSIMISMO... E  O  PENSAMENTO  POSITIVO. 
“Cristo Jesus disse  ao  paralítico: Vai  a  tua  fé  te  curou” 

Queremos  iniciar  a  nossa  reflexão  fazendo  uma  pergunta a nós mesmo:
Qual  destas  forças  tem  atuado  com  maior  intensidade  dentro  de  nosso  ser? A  fé,
O  Pensamento  positivo  ou  o  pessimismo?
Porque  disto  vai  depender  toda  a  nossa  existência do  nosso  dia-a-dia.
Serão estas  mesmas  leis que irão  influenciar toda  a  nossa  existência  e  o  nosso  sucesso  na  vida  profissional  e  espiritual.

DEFINICÃO  DE  FÉ – Fé   segundo  a  definição  bíblica  é -  “Ora,  FÈ  é  a  certeza  de  coisas  que  se  esperam  e  a  concretização  de  fatos  que  não  se  vêm” .
(bíblia  Carta  aos Hebreus. 11:1-2)

Nunca  devemos  ignorar  o  nosso  "pessimismo" a  nossa  dúvida, a  nossa prevaricação.
Isto é, quando  uma  pessoa  tem  um  pensamento-dobre, pensamento  este  que  se  deduz  como:
Seja  uma  mistura de maus  sentimentos, entre  ter  fé  e  ter  dúvida com pessimismo; tudo  isso aliado a má  vontade e  desobediência, tudo isso ao  mesmo  tempo.
Nos  diz  a  bíblia que:
“Sem  fé  é  impossível  agradar  a  Deus...”
Os  santos  evangelhos  deixam bem claro,
Que, Deus odeia  pessoas  assim.
Pessoas  que  duvidam e o  desobedecem, mentem  para  si  mesmas.
Se  algum  de  nós  tem  alguma  necessidade ou  falta  de  sabedoria  deve buscar  e pedir  a  Deus com  sabedoria  e  com fé,“Nada  duvidando”,?
Porque  quem dúvida ( põe em risco o  seu pedido.
Põe em risco a  sua  (bênção)
Tiago apóstolo  nos diz:
Que esta pessoa e a  sua fé,
É  semelhante às  ondas  do  mar  que  é  agitada, sem paz e sem  definição na vida. Pessoa esta que anda de  um lado para  o outro”.
Não consegue  se  definir, não tem  metas  definidas  e  é  uma  pessoa  negativa  e  pessimista. 
Assim se  conclui  que, quem duvida é semelhante “uma  onda do  mar que é agitada pelo vento forte”.
Ora, toda  onda  tem  uma certa  energia  em  si  mesma. Mas  nos  acrescenta São Tiago,
Que era  pescador  e  conhecia  muito  bem  as  ondas  do  mar e os ventos  que  traziam  a  boa  pesca de  peixes.
È  é  uma  onda  sem  direção, não  pode  produzir  energia  elétrica  por  exemplo. Agora  vamos  usar  outro  exemplo:  A Turbina  de  uma  estação  de  uma  grande  Hidroelétrica pelo  agitar  das  ondas  e  a  entrada  desta  água  nesta  turbina  produz  uma  corrente  muito  forte  de  energia  que  gera  um  poder  e  pode  gerar  luz  e  vida.
Assim  é  a  dúvida  e  o  pessimismo:
São  correntes  de  ondas  elétricas  que  não  podem  produzir  nada.
Pois são  ondas do mar que estão sem uma Turbina  de concentração força  e  poder  de aglutinação.
Assim  podemos  concluir  dizendo  que: A  dúvida  e  o  nosso  pessimismo é:
(é  uma  energia sem  destino próprio, não se vai a  lugar algum, ora, quem duvida, ainda anda sem  direção, perde força e poder, assim  não consegue  nada  na vida)
Fé  é uma energia  pura  de  comunicação  com  Deus, quem duvida  que  Deus  existe, perde esta energia e  consequentemente  perde o  contato com  Deus e  não recebe a bênção do milagre (Cf. Tiago. 1:6).
Nossa  Fé pode ser pequena  ou  pode  ser  grande.
Pode  ser do  tamanho  de  “um  grão  de  mostarda”, isso  não importa, se  é  que  podemos  dizer  que  a  fé  tem tamanho.
Uma fé do tamanho  de “um grão da semente  de  mostarda”,
creio  que,esta fé  tem  capacidade  de  poder, isto é, pouco  poder  ou  mais  poder  de  comunicação  com  o  nosso  Deus. Assim  gera  o  milagre  e  gera  a  bênção.
Um outro autor  da  bíblia  nos  fala que: 
Aquele  que  se  aproxima de Deus  deve crer  que  ele  existe e que se  torna  galardoador  daqueles  que  o  buscam" (Hebreus. 11:6)
Deus é nosso Pai  é o Poder  central de  todo o  nosso  Universo.
Todo poder  de  comunicação  das  nossas  necessidades, deve  ser  conhecido por  ele, é  ele  quem  distribui para nós todas  as  bênçãos.
Seja aos  homens como aos anjos.
Poder, louvor, Graça, GLÓRIA e adoração pertencem ao  nosso  grande  Deus”.

AS BASES DO PENSAMENTO POSITIVO:
O QUE EU SOU? 
DEUS É O  GRANDE  EU SOU. 
ASSIM ELE DISSE  A  MOISES  NO  MONTE  SINAI EU  SOU  O   QUE  SOU!
PERGUNTAMOS:
E  NÓS  SERES HUMANOS; O  QUE  SOMOS  NÓS ?

O QUE  EU  SOU?  SOU  UM  SER  NEGATIVO (duvidoso, pessimista,fraco etc.)  OU  UM  SER  POSITIVO.

   O  escritor Mateus  Duarte, assim  se  expressa  dizendo sobre o  pensamento  positivo  e  pessimismo.
            Inicialmente, não se deve confundir “pensamento positivo” com “otimismo” ou mesmo de associá-lo do “pessimismo”., da  dúvida  etc.Já que está relacionado com a qualidade com que se pensa. E não, com uma instabilidade gerada por um estado de ânimo e  desanimo  ao  mesmo  tempo.
            Mas como se pode definir a qualidade com que se pensa?
            Primeiro, permeando a estrutura de funcionamento da vida. Através da qual se chegará à “cadeia alimentar”. Fim de um trajeto que desembocará no topo de um podium existencial. Ocupado pela raça humana. Pois ela esbanja habilidade no trato com o pensamento abstrato. Com  o  pensamento  negativo  e  com  o  pensamento  positivo. Alguns  poetas  e  cantores já  definiram o  pensamento  assim: "Pensamento é  uma  corrente  forte  é  uma  energia  louca",
Acho  que  isto  pode ser bem  verdade, pois  o  nosso  pensamento pode  ser  pensamento positivo como  também  pode  atuar  como  pensamento  negativo, dentro  de  nossa  mente, em nosso  ser, tudo ao  mesmo  tempo.
Brainstorming - que  é  uma  técnica  que  estuda  a  fonte  do  pensamento, foi desenvolvida  por  Alex  Osborn  no  ano  de  1953.

8 O brainstorming’ 

O método do pensamento criativo mais investigado e aplicado é o brainstorming, desenvolvido por Alex Osborn em 1953, sobretudo para ser aplicado na publicidade e na inovação tecnológica. Trata-se de um método de acção participativa em que os membros do grupo discutem construtivamente um determinado problema. Osborn publicou, num livro intitulado Applied Imagination, a base conceptual do brainstorming, as regras, os procedimento e algumas experiências feitas. A partir da descrição de Osborn, o brainstorming foi a fonte para o desenvolvimento de uma série de técnicas de criatividade que apareceram posteriormente. 

No processo do brainstormingé incentivado o fluxo de ideias espontâneas e naturais, mas também a flexibilidade e a originalidade do pensamento. O princípio base é “quanto mais ideias, melhor” . As ideias iniciais são, geralmente, as mais óbvias; as mais imaginativas e fantasiosas costumam aparecer na parte final de uma sessão.
O brainwriting
Uma das maiores desvantagens do brainstorming é a influência de ideias dentro do grupo. Uma ideia leva a outra do mesmo tipo, o que às vezes inibe a emergência de ideias realmente diferentes. 

O brainwriting, uma evolução do brainstorming, procura reduzir esta desvantagem. A segunda etapa do processo - a produção de ideias - é realizada por escrito, de modo que as ideias de um influenciem menos os outros.

9 cif. Marín, Torre, 1991, p.100.  
10 Gardner fala também da grande importância da troca de ideias e do incentivo mútuo quando descreve o modelo do ‘Criador Ideal’ (C.I.), na conclusão de estudos sobre as mentes de criativos como Picasso, Einstein ou Freud. Um dos factores que destaca especialmente, é o contacto entre os criadores, analisados por ele, com uma série de colegas e companheiros que partilharam os mesmos interesses. [Gardner, 1998, p. 385].

Este facto explica o aparecimento de muitos grupos de designers, como por exemplo actualmente, os grupos ‘Tomato Design’ (Londres), ‘Droog Design’ (Amsterdão), ‘Radi Design’ (Paris) e ‘Proto Design’ (Lisboa), não sendo, certamente, uma casualidade que todos estes grupos se formaram em grandes capitais europeias. A disponibilidade de meios culturais e físicos é uma das características de uma sociedade que estimula a criatividade [Arieti, 1993, p. 274], e isto não só no âmbito do design.
11 Bonsiepe, 1997, p. 38

            Todavia, “abstrato” é um adjetivo que vem da palavra latina “abstract”. Que deriva de “abstractione”. E é referente ao ato de “abstrair”. De decupar os elementos de uma totalidade.
            O que se atinou em um programa, do National Geographic Channel, chamado “Vida Animal: Porco”. No qual, o porco foi protagonista de uma experiência em que ganharia uma refeição se colocasse uma bola de borracha dentro de um círculo achatado de plástico, disposto ao solo. Porém, com seu focinho amolgado, ele não conseguiu encontrar a força exata que lhe permitisse rolar a esfera para dentro da área indicada. Sempre saindo para um lado ou outro. E o que o suíno fez? Como o contexto era concernente ao “quê” e não ao “como”, com uma leve abocanhada, ele apanhou o círculo e o jogou sobre a bola; encassapando-a pelo avesso.
            Criatividade!
            E mais criativo do que o porco o humano é. Por isso, come bacon.
            Com exceção do judeu. Que segue uma lei expressa em Levíticos 11:2-4: “Entre todos os animais da terra, eis os que poderíeis comer: podereis comer todo animal que tem a unha fendida, o casco dividido e rumina. Mas não comereis aqueles que só ruminam”; 11:7: “como o porco, que tem a unha fendida e o pé dividido, mas não rumina”. O que culmina em um cardápio que todo semita segue. Um menu que tem um respaldo científico. Posto que a carne malcozida é uma virtual disseminadora da cisticercose. Uma doença causada pelo verme Taenia Solium, que se hospeda no intestino do porco. E que, quando passa a ter o homem como hospedeiro, libera embriões. Os quais, em alguns casos, se alojam no cérebro; gerando um cisto. O que resulta em sintomas neurológicos. Que se estendem da convulsão à morte.
            Doravante, essa, como as outras leis que regem a cultura hebraica, é parte do pacote constitucional dos dez mandamentos. Que Moisés recebeu no monte Sinai.
            Contudo, essas normas já existiam em outras culturas. Só sendo reorganizadas e adaptadas para a realidade do momento por Moisés. Moisés que era um erudito. Por isso, com uma estratégia de marketing ousada, desceu do monte em meio a uma festa orgástica, que os hebreus promoviam. E o fez, portando as tábuas em que os mandamentos foram escritos pelo dedo de Deus. Quando, “teatralmente” irado com a sem-vergonhice que imperava por lá, jogou-as ao pé da montanha. Quebrando-as. Em um lance de astúcia que decretou uma ruptura com a cultura vigente.
            Depois, com o paradoxo do homem penitente, Moisés escravizou novamente o povo. Visto que apareceu com novas tábuas. As quais, de um lado, representavam o amor de Deus, e do outro, oprimiam o livre arbítrio com o temor de uma punição. Numa lavagem cerebral. Que se intensificou durante os quarenta anos de andança pelo deserto. Onde uma nova geração cresceu espremida entre o chicote do fantasma do Faraó e a norma Divina. Silenciosamente indagando: “Se quem tem amor não tem sossego, quem não tem sossego tem amor?”
            Ademais, como se criava um novo padrão, muitas lacunas se mantiveram preenchidas com elementos da cultura egípcia. E, na questão religiosa, um sistema filosófico de ordem mística vingou. Um sistema esotérico e esotérico que, no século XVI, os safaraditas – judeus que viviam na Espanha – associaram ao momento em que Moisés recebeu as leis e batizaram de “Cabala” (Recebimento).
            Cabala é uma doutrina mística constituída por uma miríade de símbolos, signos e códigos. Tudo devido ao fato da essência sua ser calcada na Tradição Interna Ocidental. Que é fundamentada nas sete verdades Herméticas: Lei do Mentalismo, Lei da Correspondência, Lei da Vibração, Lei da Polaridade, Lei do Ritmo, Lei do Género e Lei da Causa e Efeito (também conhecida como Lei da Atracão). Um rol de leis que foram especificadas por Hermes Trimegistos.
            Agora, se por dentro há as leis que regem o universo, por fora há o adorno da  história da criação. Génesis 3:22: “E o Senhor Deus disse: ‘Eis que o homem se tornou como nós, conhecedor do bem e do mal. Agora, pois, cuidaremos para que ele não estenda a mão e tome também o fruto da Árvore da Vida, o coma e viva eternamente”.
            Por onde os sefaraditas criaram um diagrama em forma de árvore. E, com base no “Sefer Yetzirah” – o “Livro da Formação” –, utilizaram dez esferas, que representam as etapas da criação, para fazer esse desenho. Dez esferas que estão relacionadas com cada um dos elementos que em um todo formam o pensamento humano. Consequentemente, personificando o pensamento abstrato.
            Como explicou a ocultista Dion Fortune em seu livro “A Cabala Mística”, de 1957: “O curioso sistema simbólico que conhecemos como Árvore da Vida é uma tentativa de reduzir à forma dia gramática as forças e factores não só do universo manifesto como também da alma humana...”.
            Todavia, a Ordem do Sangreal – uma irmandade cabalística organizada por William Gray – com mais precisão esmiuçou essa lógica. Já que a sua doutrina é uma viagem lúdica por dentro da Árvore da Vida. Buscando a expansão da consciência. E para tal, primeiramente, analisa cada esfera com parte de um caminho que vai do mentalizado ao materializado. Do céu à Terra. Indo da copa à raiz da árvore.
            Doravante, começando pelo conceito de “ser”. Ou, o que é o “ser”?
            Bem, é o primórdio da existência. Quando a energia é contida em um todo.
            Ou o momento em que a dor passa a ser a motivação para que se saia do lugar. Uma referência de desconforto. Como John Lennon cantou na música “God”, do álbum “John Lennon / Plastic Ono Band”, de 1971: “God is a concept / By which we measure our pain” – “Deus é um conceito / Pelo qual medimos nossa dor”. Por onde se toma como medida o fato de que Deus reside onde não incide a dor. Um local onde se pode estar. Ou, num exercício de egoísmo, tê-lo como meta ao adentrar à ágora da amargura.
            Sem mais, a busca por uma área de conforto só pode ser inspirada por um interesse autêntico pela vida. Interesse que se traduz no ato de desejar, concretizar o desejado e partir para outra.
            O que requer diretrizes que sirvam como ponto de apoio.
            Como na carta de direitos que o Congresso dos Estados Unidos da América redigiu em 1789 e ratificou em 15 de dezembro de 1791. Cujo Artigo I diz: “O Congresso não legislará no sentido de estabelecer uma religião, ou proibindo o livre exercício dos cultos; ou cerceando a liberdade de palavra, ou de imprensa, ou o direito do povo de se reunir pacificamente, e de dirigir ao Governo petições para a reparação de seus agravos”. Portanto, o Congresso estabeleceu a liberdade como o limite da vida.
            Com isso, abrindo brecha para o clímax da existência. A satisfação! Quando a ousadia resulta em evolução. E o desejo de abandonar o ponto de insatisfação enfim se realiza.
            Contudo, todo ciclo se faz com um movimento díspar. Já que orgânica e contraditoriamente tudo se desequilibra em favor de uma nova estabilidade. Ou de uma nova busca por ela. O que se pode entender como uma luta em prol da sobrevivência. 
 ( Artigo do  texto de  Mateus  Duarte - Pensamento Positivo - Fonte  Google )

CONCLUSÃO:

Ora, Nossa  fé  em Deus é  uma  energia simples  e  prática, que  vai  além  do  nosso  pensamento positivo.
A fé opera  milagres na  vida, o  pensamento  positivo apenas  nos  mantém  na rota  do conhecimento científico, que é fraco  e  volúvel  assim  como  nós  seres  humanos. Por  isso, Cristo  nos  ensinou  dizendo:
"Se  tiveres  fé  do  tamanho do grão de uma  semente  de  mostarda e poderás  dizer  a  este  monte, transporta-te  de  um  lado  para  o  outro  e  assim  se  fará".
Meu  amigo leitor, nunca duvide da  existência de Deus. Creia  em Deus, creia em Cristo Jesus e  tua vida  irá  se  modificar  para  melhor e  você  receberá o maior milagre, o milagre  da  salvação  e  a  vida  eterna fruirá em teu interior, aí você  descobrirá o valor  da  fé, e  você terá  uma vida abundante que  está  oculta  em  Cristo Jesus.
Que Deus  assim te  abençoe e  guarde. (  Textos selecionados Estudos com  diversos  autores)
pr. Alfonso  Czaplinski

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