O COVEIRO DE PLANTÃO - ASSIM ERA CHAMADA ESTA ANTIGA PROFISSÃO?
POEMAS DOS MORTOS - POEMAS DOS LAGARES
SALMO OITENTA E OITO - É UM SALMO QUE NOS FALA DA MORTE E DESTRUIÇÃO DO TEMPLO SAGRADO DOS VELHOS JUDEUS - AONDE OS GUERREIROS DE BABILÔNIA DESTRUÍRAM O QUE MAIS OS JUDEUS-ISRAELITAS TINHAM DE ESCONDERIJO SAGRADO, POIS O TEMPLO ERA CHAMADO DE ESCONDERIJO DO ALTÍSSIMO - SALMOS DOS FILHOS DE CORÉ - SALMO QUE NOS FALA SOBRE A MORTE E ÓDIO, DEPRECAÇÕES E SAUDADE A UM SÓ TEMPO. O LAMENTO DO PROFETA E DO POETA AO VER HOMENS, MULHERES E CRIANÇAS MORTOS NA GUERRA, DE UMA FORMA CRUEL E TRÁGICA. SÃO TAMBÉM CHAMADOS DE SALMOS DOS LAGARES,( LAGAR- LOCAL DE ESPREMEDURA DAS UVAS MADURAS, AGORA AQUI É USADA PELOS POETAS EM UMA EXPRESSÃO POÉTICA, QUE QUER DIZER LOCAL DE SOFRIMENTOS, DE CRUZ, ERA O LOCAL AONDE ESTAVA PRESA A ELITE DOS REIS, DOS RELIGIOSOS E POLÍTICOS DOS JUDEUS-ISRAELITAS QUE ESTAVAM A CAMINHO DE BABILÔNIA PARA AONDE FORAM TRANSPORTADOS EM CADEIAS; ERA UM TIPO DE PRISÃO DO CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DOS ANTIGOS BABILÔNIOS, AONDE OS PRISIONEIROS JUDEUS-ISRAELITAS MORRIAM A TODA HORA, ESSE ERA CHAMADO O LAGAR DAS DORES, CASTIGOS,MORTES E LAMENTOS) QUE AGORA COM MEDO DA NOVA DESTRUIÇÃO ASSIM DIZIAM OS POETAS SAGRADOS; OH SENHOR NÃO DESTRUAS O TEMPLO!
ERA UM GRITO DE GRANDE LAMENTO, DOR E FRUSTRAÇÃO...
(Na citação bíblica dos salmos 88 na linguagem e tradução da NVI)
[cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Salmos 88:1-17
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Salmos 88:1-17
[cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
[cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
[cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em
Salmos 88:1-18
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em
Salmos 88:1-18
[cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em
Salmos 88:1-18
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em
Salmos 88:1-18
cântico e salmo para os filhos de Coré e para o músico-mor sobre Maalate Leanote; Masquil de Hemã, ezraíta] SENHOR Deus da minha salvação, diante de ti tenho clamado de dia e de noite.
Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
POEMAS SOBRE OS MORTOS SÃO VÁRIOS, SÃO MUITOS Chegue a minha oração perante a tua face, inclina os teus ouvidos ao meu clamor;
Porque a minha alma está cheia de angústia, e a minha vida se aproxima da sepultura.
Estou contado com aqueles que descem ao abismo; estou como homem sem forças,
Livre entre os mortos, como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais te não lembras mais, e estão cortados da tua mão.
Puseste-me no abismo mais profundo, em trevas e nas profundezas.
Sobre mim pesa o teu furor; tu me afligiste com todas as tuas ondas. (Selá.)
Alongaste de mim os meus conhecidos, puseste-me em extrema abominação para com eles. Estou fechado, e não posso sair.
A minha vista desmaia por causa da aflição. SENHOR, tenho clamado a ti todo o dia, tenho estendido para ti as minhas mãos.
Mostrarás, tu, maravilhas aos mortos, ou os mortos se levantarão e te louvarão? (Selá.)
Será anunciada a tua benignidade na sepultura, ou a tua fidelidade na perdição?
Saber-se-ão as tuas maravilhas nas trevas, e a tua justiça na terra do esquecimento?
Eu, porém, SENHOR, tenho clamado a ti, e de madrugada te esperará a minha oração.
SENHOR, porque rejeitas a minha alma? Por que escondes de mim a tua face?
Estou aflito, e prestes tenho estado a morrer desde a minha mocidade; enquanto sofro os teus terrores, estou perturbado.
A tua ardente indignação sobre mim vai passando; os teus terrores me têm retalhado.
Eles me rodeiam todo o dia como água; eles juntos me sitiam.
Desviaste para longe de mim amigos e companheiros, e os meus conhecidos estão em trevas.
Salmos 88:1-18
Quem já não ouviu falar nas histórias macabras de morte do Bento Carneiro.
Bento Carneiro é charge do ator Chico Anísio sobre o Vampiro brasileiro e suas tacadas, digo suas talhadas de morte, que é feita com o seu "arfanjo sagrado" ou "sua foice da morte" para colher a almas inconstantes de seu povinho brasileiro.
Povo que anda desesperado pelos vales da sombra da morte. Anda pela
Sombra do desconhecimento e a busca da verdadeira sabedoria de vida.
Assim acontece todos os dias em nosso Brasil ou em nosso mundo são centenas ou milhares de almas que são ceifadas pela foice da Dona Morte. Alguns tem uma Boa morte,
Outros porém tem uma morte trágica ou morte violenta. Cito aqui o caso da morte das brigas de gangues de rua, da morte trágica nos acidentes de trânsito etc. São seres humanos que não fizeram a devida preparação para se encontrar com a morte e com a vida do além-túmulo. BOA MORTE! Todos nós quer queiramos ou não, iremos nos confrontar com ela um dia. Precisamos nos preparar para nos encontrarmos com ela.
Ou melhor dizendo, precisamos nos preparar para encontrar mo-nos com Cristo Jesus.
Pois ele mesmo assim nos disse:
Todo aquele que crer em mim ainda que esteja morto viverá.
Fonte de figura Internet 2012
Em figura abaixo o símbolo da morte com seu "arfanjo sagrado" ou a sua "foice de morte".
Este "símbolo de morte" deveria ser colocado ao longo das estradas e nas rodovias brasileiras. Pois atualmente no Brasil as nossas rodovias matam mais pessoas do que todas as guerras no mundo. As nossas BRs. e rodovias de auto-estradas estão encharcadas de sangue causado pela "dona morte" que colhe diariamente milhares de almas dos motoristas imprudente e distraídos. Bem como pela má conservação de nossas rodovias Brasileiras. Estes sãos dados alarmantes que nos apontam as estatísticas e as pesquisas sérias das rodovias brasileiras, e as rodovias das nossas cidades urbanas. Temos um transito violento, assassino e sanguinário.
Aproxima-se o mês de Novembro dia primeiro e no segundo dia, Esses dias são consagrados ao dia de finados e o dia de todos os santos. Tempo em que as Igrejas reverenciam os seus mortos e os seus santos, todas as Igrejas Cristãs de todos os credos e confissões . Faz parte do calendário cristão e que por tradição comemoramos o chamado de: Dia de todos os santos e o dia dos mortos. È bem verdade que, nem todos os mortos se tornaram realmente santos. Assim a Igreja faz os seus julgamentos e faz os seus juízos de averiguação de bom testemunho e de fé em cada um dos seus "santos consagrados" ou não, santos esses que viveram e partilharam a sua fé aqui na terra; junto da Igreja e junto do seu rebanho e de sua irmandade. Portanto, já que a sanificação é uma atividade individual de cada ser humano. Este é um ato de penitência acompanhado de oração, de jejum e de separação das atividades mundanas, e principalmente de seu relacionamento de fé e de paixão e amor pelas almas perdidas. Pois assim nem todas as pessoas estão realmente interessadas neste mandamento dos santos evangelhos. "Finados ou dia dos mortos", é o dia que antecede ao dia consagrado como o dia de todos os santos.
Em figura abaixo mostramos a guerra dos Judeus-Israelitas com Sírios e mais os Moabitas. Onde aparece o poder de cura milagrosa dos ossos do profeta Eliseu - Quando por acaso, os homens do exército enterraram um soldado as pressas e ele foi ressuscitado por acaso quando tocou os ossos do profeta Eliseu. O fato ficou conhecido na antiguidade. E ficou registrado na história das antiguidades. Fico aqui pensando comigo mesmo, como ficou conhecido aquele lugar, e ficou destacado como um lugar sagrado na antiguidade. Quantas caravanas de romeiros e procissões dirigiam-se até este local, depois deste milagre? Muitas pessoas aos milhares, vinham de todos os cantos do país. Como ficaram valiosos os ossos deste pobre profeta. Na Citação dos cronistas sagrados nos textos de ( II Reis 13:20-21)
Dias atrás, eu visitava aqui em Joinville um local histórico da cidade que é chamado de; Museu e Casa da Memória. Conversava com um dos funcionários do Museu, um dos nossos atendentes e foi quando ele nos falava sobre a história deste Museu e bem como de todas as dependências deste local Histórico da cidade de Joinville-SC. Foi muito interessante, e impressionou-me uma frase de que ele sem querer falou-me; Dizia ele: Aqui ficavam os livros, ali é o cemitério dos imigrantes alemães e demais raças; Mas, Aqui aonde nós estamos, nesta casa, era chamada a casa do coveiro de plantão dos tempos antigos. Tudo isto faz parte da história que vem desde os meados dos anos de 1800 e começo dos anos de 1900 e vai mais além, chega-nos até os dias atuais. Foi quando começaram a chegar os primeiros imigrantes vindos da Europa e em especial da Alemanha. Nestes dias todos nós relembramo-nos de todos os nossos familiares e parentes amados que estavam connosco e partiram. Foram e deixaram de si saudades em nossa mente e em nosso coração. Fazemos as visitas e fazemos as devidas reverencias aos nossos antepassados mortos. Também, nós do ramo cristão Protestante Evangélico e demais confissões, fazemos as devidas visitas aos túmulos. Visitamos as tumbas e os locais aonde acham-se enterrados os nossos familiares e parentes e amigos mais achegados, e que são por nós amados. Como também, aproveitamos esta data para pregar o evangelho eterno de Jesus Cristo e de como ele nos salvou; e deu a sua vida para nos redimir do pecado e da perdição eterna. Assim damos graças e glórias ao nosso Deus e Pai de todos os povos e raças e nações.
Em figura abaixo mostramos a guerra dos Judeus-Israelitas com Sírios e mais os Moabitas. Onde aparece o poder de cura milagrosa dos ossos do profeta Eliseu - Quando por acaso, os homens do exército enterraram um soldado as pressas e ele foi ressuscitado por acaso quando tocou os ossos do profeta Eliseu. O fato ficou conhecido na antiguidade. E ficou registrado na história das antiguidades. Fico aqui pensando comigo mesmo, como ficou conhecido aquele lugar, e ficou destacado como um lugar sagrado na antiguidade. Quantas caravanas de romeiros e procissões dirigiam-se até este local, depois deste milagre? Muitas pessoas aos milhares, vinham de todos os cantos do país. Como ficaram valiosos os ossos deste pobre profeta. Na Citação dos cronistas sagrados nos textos de ( II Reis 13:20-21)
Dias atrás, eu visitava aqui em Joinville um local histórico da cidade que é chamado de; Museu e Casa da Memória. Conversava com um dos funcionários do Museu, um dos nossos atendentes e foi quando ele nos falava sobre a história deste Museu e bem como de todas as dependências deste local Histórico da cidade de Joinville-SC. Foi muito interessante, e impressionou-me uma frase de que ele sem querer falou-me; Dizia ele: Aqui ficavam os livros, ali é o cemitério dos imigrantes alemães e demais raças; Mas, Aqui aonde nós estamos, nesta casa, era chamada a casa do coveiro de plantão dos tempos antigos. Tudo isto faz parte da história que vem desde os meados dos anos de 1800 e começo dos anos de 1900 e vai mais além, chega-nos até os dias atuais. Foi quando começaram a chegar os primeiros imigrantes vindos da Europa e em especial da Alemanha. Nestes dias todos nós relembramo-nos de todos os nossos familiares e parentes amados que estavam connosco e partiram. Foram e deixaram de si saudades em nossa mente e em nosso coração. Fazemos as visitas e fazemos as devidas reverencias aos nossos antepassados mortos. Também, nós do ramo cristão Protestante Evangélico e demais confissões, fazemos as devidas visitas aos túmulos. Visitamos as tumbas e os locais aonde acham-se enterrados os nossos familiares e parentes e amigos mais achegados, e que são por nós amados. Como também, aproveitamos esta data para pregar o evangelho eterno de Jesus Cristo e de como ele nos salvou; e deu a sua vida para nos redimir do pecado e da perdição eterna. Assim damos graças e glórias ao nosso Deus e Pai de todos os povos e raças e nações.
TODOS OS MORTOS FICAM NA CASA DA MEMÓRIA CELESTIAL...
Assim volto-me as passagens dos tempos antigos dos profetas bíblicos que, em uma visão assim lhe foi revelado pela vontade divina. E Deus desafiava o nosso profeta e lhe perguntava:
Filho do homem, coloque-se de pé: Acaso, poderão estes ossos secos reviver?
Pergunta-nos o Senhor Deus:
Pergunta-nos o Senhor Deus:
Então, o profeta confuso mas confiante lhe responde:
Meu Senhor! Somente tu sabes responder isto ?
Ezequiel 37:1-14 ) Relato literal da Bíblia Sagrada - versão na linguagem de Hoje:
1 Eu senti a presença poderosa do SENHOR, e o seu Espírito me levou e me pôs no meio de um vale onde a terra estava coberta de ossos.
2 Ele me levou para dar uma volta por todos os lugares do vale, e eu pude ver que havia muitos ossos, muitos mesmo, e estavam completamente secos.
3 Então o SENHOR me disse: —Homem mortal, será que esses ossos podem ter vida de novo? Eu respondi: —SENHOR, meu Deus, só tu sabes se podem ou não.
4 Ele disse: —Profetize para esses ossos. Diga a esses ossos secos que dêem atenção à mensagem do SENHOR.
5 Diga que eu, o SENHOR Deus, estou lhes dizendo isto: “Eu porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo.
6 Eu lhes darei tendões e músculos e os cobrirei de pele. Porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo. Aí vocês ficarão sabendo que eu sou o SENHOR. ”
7 Então profetizei conforme a ordem que eu havia recebido. Enquanto eu falava, ouvi um barulho. Eram os ossos se ajuntando uns com os outros, cada um no seu próprio lugar.
8 Enquanto eu olhava, os ossos se cobriram de tendões e músculos e depois de pele. Porém não havia respiração nos corpos.
9 Então o SENHOR me disse: —Homem mortal, profetize para o vento. Diga que o SENHOR Deus está mandando que ele venha de todas as direções para soprar sobre esses corpos mortos a fim de que vivam de novo.
10 Então profetizei conforme a ordem que eu havia recebido. A respiração entrou nos corpos, e eles viveram de novo e ficaram de pé. Havia tanta gente, que dava para formar um enorme exército.
11 O SENHOR me disse: —Homem mortal, o povo de Israel é como esses ossos. Dizem que estão secos, sem esperança e sem futuro.
12 Por isso, profetize para o meu povo de Israel e diga-lhes que eu, o SENHOR Deus, abrirei as sepulturas deles, e os tirarei para fora, e os levarei de volta para a terra de Israel.
13 Eu vou abrir as sepulturas onde o meu povo está enterrado e vou tirá-los para fora; aí ficarão sabendo que eu sou o SENHOR.
O profeta está dentro do cemitério de Deus. Estes relatos são teóricos e são contundentes para a época do passado, para o Israel que estava na terra do exílio da babilônia. Eles diziam entre si de que Deus tinha abandonado o seu povo e a sua nação. O profeta volta os seus olhos para o futuro e vê além dos limites. Ele tem uma visão do pensamento de Deus. Assim ele procura relatar os fatos de sua época e também lança luzes para a nossa época, e para o tempo do futuro, para o nosso tempo e a mensagem atravessa todos os tempos e nos traz uma esperança de uma fé viva e sempre atual.
Hoje em dia, nós temos outros problemas para resolver dentro do contexto histórico. Citemos como exemplo da Igreja do nosso Brasil; hoje nós não estamos no exílio e nem estamos escravizados deste tipo. Temos hoje por exemplo o problema do desemprego, o problema das drogas, o crime organizado, a super-população das grandes cidades, as doenças, os assaltos etc. Estamos escravizados em um outro tipo de escravidão. Temos outros tipos de sofrimentos, mas o diabo continua nos escravizando e nos matando a alegria e a esperança. Mas, a figura da ressurreição que aqui reaparece é um fato inédito e muito promissor. Traz à nossa memória figuras de linguagem que servem para animar o povo de Deus, a sua Igreja de todos os tempos e de todas as eras.
A RESSURREIÇÃO DOS SANTOS NO LABORATÓRIO DE DEUS1 Eu senti a presença poderosa do SENHOR, e o seu Espírito me levou e me pôs no meio de um vale onde a terra estava coberta de ossos.
2 Ele me levou para dar uma volta por todos os lugares do vale, e eu pude ver que havia muitos ossos, muitos mesmo, e estavam completamente secos.
3 Então o SENHOR me disse: —Homem mortal, será que esses ossos podem ter vida de novo? Eu respondi: —SENHOR, meu Deus, só tu sabes se podem ou não.
4 Ele disse: —Profetize para esses ossos. Diga a esses ossos secos que dêem atenção à mensagem do SENHOR.
5 Diga que eu, o SENHOR Deus, estou lhes dizendo isto: “Eu porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo.
6 Eu lhes darei tendões e músculos e os cobrirei de pele. Porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo. Aí vocês ficarão sabendo que eu sou o SENHOR. ”
7 Então profetizei conforme a ordem que eu havia recebido. Enquanto eu falava, ouvi um barulho. Eram os ossos se ajuntando uns com os outros, cada um no seu próprio lugar.
8 Enquanto eu olhava, os ossos se cobriram de tendões e músculos e depois de pele. Porém não havia respiração nos corpos.
9 Então o SENHOR me disse: —Homem mortal, profetize para o vento. Diga que o SENHOR Deus está mandando que ele venha de todas as direções para soprar sobre esses corpos mortos a fim de que vivam de novo.
10 Então profetizei conforme a ordem que eu havia recebido. A respiração entrou nos corpos, e eles viveram de novo e ficaram de pé. Havia tanta gente, que dava para formar um enorme exército.
11 O SENHOR me disse: —Homem mortal, o povo de Israel é como esses ossos. Dizem que estão secos, sem esperança e sem futuro.
12 Por isso, profetize para o meu povo de Israel e diga-lhes que eu, o SENHOR Deus, abrirei as sepulturas deles, e os tirarei para fora, e os levarei de volta para a terra de Israel.
13 Eu vou abrir as sepulturas onde o meu povo está enterrado e vou tirá-los para fora; aí ficarão sabendo que eu sou o SENHOR.
O profeta está dentro do cemitério de Deus. Estes relatos são teóricos e são contundentes para a época do passado, para o Israel que estava na terra do exílio da babilônia. Eles diziam entre si de que Deus tinha abandonado o seu povo e a sua nação. O profeta volta os seus olhos para o futuro e vê além dos limites. Ele tem uma visão do pensamento de Deus. Assim ele procura relatar os fatos de sua época e também lança luzes para a nossa época, e para o tempo do futuro, para o nosso tempo e a mensagem atravessa todos os tempos e nos traz uma esperança de uma fé viva e sempre atual.
Hoje em dia, nós temos outros problemas para resolver dentro do contexto histórico. Citemos como exemplo da Igreja do nosso Brasil; hoje nós não estamos no exílio e nem estamos escravizados deste tipo. Temos hoje por exemplo o problema do desemprego, o problema das drogas, o crime organizado, a super-população das grandes cidades, as doenças, os assaltos etc. Estamos escravizados em um outro tipo de escravidão. Temos outros tipos de sofrimentos, mas o diabo continua nos escravizando e nos matando a alegria e a esperança. Mas, a figura da ressurreição que aqui reaparece é um fato inédito e muito promissor. Traz à nossa memória figuras de linguagem que servem para animar o povo de Deus, a sua Igreja de todos os tempos e de todas as eras.
PÓS-VIDA OU VIDA ETERNA PÓS-MORTEM
Estou aqui usando uma linguagem um pouco contundente quando falo sobre o laboratório de Deus. Falo nesta linguagem apenas para dar uma melhor ênfase e compreensão desta mensagem tão significativa dos santos evangelhos para a nossa era, que é chamada de era científica. Pois, a ressurreição ou a pós-vida é a mensagem que mais nos traz esperança para as nossas vidas humanas. Assim nos escreve o apóstolo dizendo: "Ora, se a nossa vida se baseia somente nesta vida... nós somos os mais infelizes dos homens..." E de fato, nós assim somos, somos os seres humanos mais infelizes da terra. Pois afirmamos de que Cristo ressuscitou dos mortos e nós reinaremos com ele, assim nos escreve e acrescenta Paulo dizendo para a sua Igreja que estava em Coríntio na Grécia antiga.
Cito aqui mais uma passagem para ilustrar; Temos no antigo testamento uma passagem no livro dos Reis (II Reis 13:20-21) Aonde o autor nos menciona de que; um certo homem comum em tempo das batalhas entre o Israel e os Sírios e os Moabitas, guerra no tempo antigo dos Reis; foi jogado e enterrado as pressas em um cemitério dos antigos judeus; e quando esta pessoa foi enterrada e o coveiro de plantão o enterrou junto ao túmulo do profeta Eliseu que tinha morrido a muito tempo atrás. Imediatamente, este defunto pessoa esta que nem seu nome foi mencionado, quando toca nos ossos do profeta Eliseu ele imediatamente ressuscita dos mortos e sai da cova. Vejamos como tinha e continua tendo força e poder os ossos de um simples profeta que morreu tanto tempo atrás.
Agora Imaginemos, pensando no mesmo poder, como tem muito maior força e poder o nosso Salvador Jesus Cristo e o nosso Deus que é Todo-Poderoso.
Assim também, podemos fazer uma comparação com as pessoas de que nos ajudam espiritualmente; que são os nossos guias espirituais, os nossos missionários, os nossos pais, as Igrejas em geral. Sempre precisamos deles e sempre precisamos nos encostar neles para que a nossa fé possa reviver na esperança. Não podemos re-viver sem eles. Precisamos nos enconcostar neles, a nossa fé muitas vezes depende deles e depende da nossa Igreja.
Por isso, meus amigos e irmãos de fé e de caminhada. Assim hoje continua tendo poder o Cristo dos evangelhos que pode nos salvar do pecado e da perdição eterna.
Assim voltamos a repetir as palavras que foram ditas por Cristo Jesus:
Todo aquele que crê em mim ainda que esteja morto... viverá;
Ainda que esteja morto em sua fé, ainda que esteja morto emocionalmente, ainda que esteja morto em sua esperança, ainda que esteja morto no coração e na saudade de seus familiares e parentes, ainda que esteja morto em seu corpo e em seu espírito, viverá para sempre na presença de Deus.
DEUS SEJA SEMPRE LOUVADO EM CRISTO JESUS!
pr. Alfonso Czaplinski





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