JESUS PERGUNTOU AOS SEUS DISCÍPULOS :
VÓS CONHECEIS O CAMINHO DO CÉU PARA ONDE EU VOU ...?
"O sol é sempre o mesmo e o céu azul
ora é azul, nitidamente azul,
ora é cinzento, negro, quase verde...
mas nunca tem a cor inesperada.
O mundo não se modifica
as árvores dão flores,
folhas, frutos e pássaros ...
como máquinas verdes.
Mas eu vi um novo céu e uma nova terra e o mar antigo já não existe... eis que tudo,
Tudo se fez novo, diz o Senhor dos exércitos, o Senhor dos Altos céus.
O Construtor de todos os novos mundos...
( Adaptado - Fonte Internet -2010 )
DEFINIÇÃO DE CÉU - O CÉU DA CIÊNCIA - O CÉU RELIGIOSO
O "céu" na definição da ciência quer dizer:
A teoria da ciência está sempre em constante contradição, a ciência nunca tem uma verdade última, a sua verdade é sempre derrubada por novas pesquisas. Os paradigmas da ciência estão sempre em busca da verdade. A verdade científica é sempre relativa, nunca podemos dizer que estamos com uma verdade eterna e definida. Tudo é relativo, tudo é momentaneo, tudo é provisório. Ora, se nós estamos usando apenas três a cinco por cento de nossa capacidade mental e intelectual, logo, imaginemos: Como temos falhas e erros em nossa ciência...?
CIÊNCIA HUMANA É UMA ÁRVORE ONDE SE CONSTRÓI O BEM E O MAL...?
Na visão dos cientistas e estudiosos que muitos deles orgulham-se em demasia de uma ciência fraca e feita de uma tecnologia comercial. Muitas destas pesquisas vemos que fazem muito mal a humanidade. Cito aqui apenas para ilustrar os nossos remédios; quantos males nos trouxeram alguns tipos destes remédios que nos trouxeram males.
Também, é verdade que muitos dos remédios fazem o bem para as pessoas e para a nossa humanidade. Assim podemos concluir dizendo que a nossa ciência não tem nada se orgulhar.
Porque, temos uma ciência que hora nos faz bem e ora nos nos faz mal e nos mata.
Assim somos nós crentes em Jesus Cristo, muitas vezes somos assaltados pela tristeza que vai nos matando aos poucos, assim a causa de andarmos tristes nos trabalhos, nas perseguições mentais e espirituais, nas misérias naturais ou violencias desta vida, a causa é a nossa cegueira espiritual. Andamos ou queremos andar sem a luz, assim somos ignorantes e não conhecemos o poder do Senhor que nos disse: Eu sou a luz do mundo..." Oh luz divina... oh luz do divino e Santo Espírito venha nos alumiar por fora, venha nos alumiar por dentro. Se em nós não há luz nenhuma, nada veremos, se porém, há pouca luz, pouco veremos. Se os nossos olhos estão cegos também de igual modo, nada poderemos ver, não seremos capazes de ver as coisas espirituais. Assim se estamos caminhando para o céu devemos ter a luz do caminho que é fornecida pelo Senhor dos senhores, Jesus nos advertiu dizendo: A porta é estreita e é bem apertado e escuro o caminho; por isso disse-nos o Mestre: Eu Sou o caminho e a Verdade e a Vida e sem mim nada podeis fazer. Assim se andarmos com Cristo iremos pelo bom caminho e pisarás as tristezas e estas mesmas tristezas que nos molestam e nos afligem e as meteremos debaixo dos nossos pés.
( José Gomes Ferreira - Fonte Internet -2010 ) José Gomes falando e pesquisando sobre a ciência assim se expressa:
50 - A ciência normal a permitir e implicar o surgimento da ciência revolucionária, para utilizar as
expressões de Khun. (Cf. Khun, The struture of scientific revolutions, 1970). Num período de
ciência normal, a ciência busca a comprovação e confirmação das teorias existentes, resolve os
problemas que lhe são postos pelo paradigma (resolução de puzzles) dentro do modelo do próprio
paradigma, não se pondo, assim, em questão o paradigma (atitude dogmática). Dito de outro modo,
os factos são olhados à luz da teoria e não o contrário. Isto é, explica-se a realidade à luz do
paradigma. Os casos que o paradigma não consegue resolver, as anomalias, levam a períodos de
ciência extraordinária, períodos de polémica que propiciam o surgimento das revoluções científicas
e constituirão a ciência revolucionária que permitirá a emergência de novo paradigma.
O progresso da ciência faz-se por meio de "revoluções intelectuais e científicas", nisto concordam
Khun e Popper. Mas, quanto a Popper, o acento tónico é posto noutro lado. A actividade científica
não está normalmente orientada para a resolução de problemas à luz de um dado paradigma (isto é,
não há ciência normal) mas, ao contrário, a comunidade científica procura activamente os casos em
que os sistemas teóricos da ciência se tornam falsificáveis. Contra o princípio da verificabilidade
contrapõe Popper o princípio da falsificabilidade, isto é, a ciência está permanentemente em crise,
sendo esse o seu estado habitual.
A actividade científica é, assim, uma actividade fundamentalmente crítica - crítica das teorias
existentes - em que se procura transformar as teorias à luz dos factos, propondo novas teorias mais
verosímeis. Portanto, segundo Popper, o cientista está permanentemente a procurar o que derruba a
teoria e a propor novos modos de conhecer o mundo,. Isto é, o cientista está em constante procura
do novo, em constante processo de invenção.
E se o que caracteriza a ciência é a busca da verdade, esta aparece, contudo, como um ideal. A
verdade é meta não alcançável. A sucessão das teorias científicas insere-se num movimento de
busca de verosimilhança ou aproximação à verdade. Por isso não há teorias verdadeiras, há teorias
mais verosímeis ou mais aproximadas da verdade que outras. (Cf. Popper, Conocimiento objetivo,
1982)
De referir que, destas duas posições epistemológicas, globalmente consideradas, a que acabamos de
aludir, nos parece que aquela que interpreta com mais fidelidade o processo científico, no seu fieri,
é a de Khun.
51 - Cf. Popper, a teoria dos quanta e o cisma da Física, 1992.
52 - Etimologicamente, intuir é ver. Logo, a intuição funda sempre uma evidência e só é evidente o
que é intuído. O que é evidente porque é intuíto é, também, necessariamente verdadeiro. Qualquer
princípio ou fundamento, precisamente, só pode ser considerado e aceite como verdadeiro e, por
isso mesmo, considerado como princípio, se for evidente ou claramente visto como tal, dada a
impossibilidade lógica de demonstração de qualquer princípio; não seria princípio se fosse
demonstrável.
Esta umbilical relação de implicação entre os três conceitos, o de intuição, o de evidência e o de
verdade, aparece claramente num das regras do método cartesiano, aliás, como já dissemos,
decalcadas da matemática. Trata-se da regra da evidência, que igualmente funciona no método
cartesiano como critério de verdade, e que consiste "(...) em nunca aceitar como verdadeira
qualquer cousa, sem a conhecer evidentemente como tal; (...) não incluir nos meus juízos nada que
se não apresentasse tão clara e tão distintamente ao meu espírito, que não tivesse nenhuma ocasião
para pôr em dúvida." Descartes, Discurso do método, p. 22.
53 - Lopes (1994): 25
54 - Santos (1990): 26-27
55 - Lopes (1994): 27
56 - Santos (1990): 25
57 - Santos (1990): 25
58 - Id., Ibid., pp. 25-26
Logo, não se podendo prever com rigor a trajectória das partículas, isso implica o pôr em questão o
próprio princípio da causalidade e a considerar o princípio do indeterminismo.
59 - Lopes (1994): 28
60 - O conceito de causalidade também foi posto em causa na Biologia, onde tem perdido terreno
em favor do finalismo. Cf. J. Monod, O acaso e a necessidade e cf. Iiya Prigogine e I. Stengens, La
nouvelle alliance. Métamorphose de la science.
61 - Santos (1990): 26
62 - Santos (1990): 34
63 - Toda a reflexão de carácter epistemológico começou, historicamente, por ser levada a cabo por filósofos e estudiosos. ( Texto de José Gomes Fereira )
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