quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O CÉU - É UM LUGAR MARAVILHOSO - É PARA ONDE VAIS - SE CRERES?

JESUS  PERGUNTOU  AOS  SEUS  DISCÍPULOS : 
VÓS  CONHECEIS  O  CAMINHO  DO  CÉU  PARA  ONDE  EU  VOU ...?

"O sol é sempre o mesmo e o céu azul
ora é azul, nitidamente azul,
ora é cinzento, negro, quase verde...
mas nunca tem a cor inesperada.
O mundo não se modifica
as árvores dão flores,
folhas, frutos e pássaros ...
como máquinas verdes.
Mas  eu  vi  um  novo  céu  e  uma  nova  terra  e  o  mar  antigo  já  não  existe... eis  que  tudo,
Tudo  se  fez   novo,  diz  o  Senhor  dos  exércitos, o  Senhor dos  Altos  céus.
O  Construtor  de  todos  os  novos  mundos...
( Adaptado - Fonte Internet -2010 )


DEFINIÇÃO  DE  CÉU  - O  CÉU  DA  CIÊNCIA -  O  CÉU   RELIGIOSO

O  "céu"   na  definição  da  ciência  quer  dizer:
 A  teoria  da  ciência  está  sempre  em  constante  contradição, a  ciência  nunca  tem  uma  verdade  última, a  sua  verdade  é  sempre  derrubada  por  novas  pesquisas. Os  paradigmas  da  ciência  estão  sempre  em  busca  da  verdade. A  verdade  científica  é  sempre  relativa, nunca  podemos  dizer  que  estamos  com  uma  verdade  eterna  e  definida. Tudo  é  relativo,  tudo  é  momentaneo, tudo  é  provisório. Ora, se  nós  estamos  usando  apenas  três  a cinco  por  cento  de  nossa  capacidade  mental  e  intelectual, logo, imaginemos:  Como  temos  falhas  e  erros  em  nossa  ciência...?

CIÊNCIA  HUMANA  É   UMA  ÁRVORE  ONDE  SE  CONSTRÓI  O  BEM  E   O  MAL...?

Na  visão  dos  cientistas  e  estudiosos  que  muitos  deles   orgulham-se  em  demasia  de  uma  ciência  fraca  e  feita  de uma  tecnologia  comercial. Muitas  destas  pesquisas  vemos  que  fazem  muito  mal  a  humanidade. Cito aqui  apenas   para  ilustrar  os  nossos  remédios; quantos  males nos trouxeram alguns  tipos  destes  remédios  que  nos trouxeram  males.
Também, é  verdade  que  muitos  dos  remédios fazem  o  bem  para  as  pessoas  e  para  a  nossa  humanidade. Assim  podemos concluir  dizendo  que  a  nossa  ciência  não  tem  nada  se  orgulhar.
Porque, temos  uma  ciência  que  hora  nos  faz  bem  e  ora  nos nos  faz  mal e nos mata.
Assim  somos  nós  crentes  em  Jesus  Cristo, muitas  vezes  somos  assaltados  pela  tristeza  que  vai  nos  matando  aos  poucos, assim  a  causa  de  andarmos  tristes  nos  trabalhos, nas  perseguições  mentais  e  espirituais, nas  misérias  naturais ou violencias desta  vida, a causa  é  a  nossa  cegueira  espiritual. Andamos ou queremos  andar  sem  a  luz, assim  somos  ignorantes  e  não  conhecemos  o poder  do  Senhor  que  nos  disse: Eu  sou  a  luz  do  mundo..." Oh  luz  divina... oh  luz  do  divino  e  Santo  Espírito  venha  nos  alumiar  por  fora, venha  nos  alumiar  por  dentro. Se  em  nós  não há  luz  nenhuma, nada  veremos, se porém, há  pouca  luz, pouco veremos. Se os  nossos  olhos  estão  cegos  também  de  igual  modo,  nada  poderemos  ver, não  seremos  capazes  de  ver  as  coisas  espirituais. Assim  se  estamos  caminhando  para  o  céu  devemos  ter  a  luz  do  caminho  que  é  fornecida  pelo  Senhor  dos  senhores, Jesus  nos  advertiu  dizendo: A porta  é  estreita  e é bem  apertado e  escuro o  caminho; por  isso  disse-nos  o  Mestre: Eu  Sou  o  caminho  e  a  Verdade  e  a  Vida  e  sem  mim  nada  podeis  fazer. Assim se  andarmos com  Cristo  iremos  pelo  bom  caminho e  pisarás  as  tristezas  e  estas  mesmas  tristezas  que  nos  molestam e  nos  afligem  e  as  meteremos  debaixo  dos  nossos  pés.  
 
( José Gomes Ferreira - Fonte Internet -2010 ) José  Gomes  falando  e  pesquisando  sobre  a  ciência  assim  se  expressa:

50 - A ciência normal a permitir e implicar o surgimento da ciência revolucionária, para utilizar as


expressões de Khun. (Cf. Khun, The struture of scientific revolutions, 1970). Num período de

ciência normal, a ciência busca a comprovação e confirmação das teorias existentes, resolve os

problemas que lhe são postos pelo paradigma (resolução de puzzles) dentro do modelo do próprio

paradigma, não se pondo, assim, em questão o paradigma (atitude dogmática). Dito de outro modo,

os factos são olhados à luz da teoria e não o contrário. Isto é, explica-se a realidade à luz do

paradigma. Os casos que o paradigma não consegue resolver, as anomalias, levam a períodos de

ciência extraordinária, períodos de polémica que propiciam o surgimento das revoluções científicas

e constituirão a ciência revolucionária que permitirá a emergência de novo paradigma.

O progresso da ciência faz-se por meio de "revoluções intelectuais e científicas", nisto concordam

Khun e Popper. Mas, quanto a Popper, o acento tónico é posto noutro lado. A actividade científica

não está normalmente orientada para a resolução de problemas à luz de um dado paradigma (isto é,

não há ciência normal) mas, ao contrário, a comunidade científica procura activamente os casos em

que os sistemas teóricos da ciência se tornam falsificáveis. Contra o princípio da verificabilidade

contrapõe Popper o princípio da falsificabilidade, isto é, a ciência está permanentemente em crise,

sendo esse o seu estado habitual.

A actividade científica é, assim, uma actividade fundamentalmente crítica - crítica das teorias

existentes - em que se procura transformar as teorias à luz dos factos, propondo novas teorias mais

verosímeis. Portanto, segundo Popper, o cientista está permanentemente a procurar o que derruba a

teoria e a propor novos modos de conhecer o mundo,. Isto é, o cientista está em constante procura

do novo, em constante processo de invenção.

E se o que caracteriza a ciência é a busca da verdade, esta aparece, contudo, como um ideal. A

verdade é meta não alcançável. A sucessão das teorias científicas insere-se num movimento de

busca de verosimilhança ou aproximação à verdade. Por isso não há teorias verdadeiras, há teorias

mais verosímeis ou mais aproximadas da verdade que outras. (Cf. Popper, Conocimiento objetivo,

1982)

De referir que, destas duas posições epistemológicas, globalmente consideradas, a que acabamos de

aludir, nos parece que aquela que interpreta com mais fidelidade o processo científico, no seu fieri,

é a de Khun.

51 - Cf. Popper, a teoria dos quanta e o cisma da Física, 1992.

52 - Etimologicamente, intuir é ver. Logo, a intuição funda sempre uma evidência e só é evidente o

que é intuído. O que é evidente porque é intuíto é, também, necessariamente verdadeiro. Qualquer

princípio ou fundamento, precisamente, só pode ser considerado e aceite como verdadeiro e, por

isso mesmo, considerado como princípio, se for evidente ou claramente visto como tal, dada a

impossibilidade lógica de demonstração de qualquer princípio; não seria princípio se fosse

demonstrável.

Esta umbilical relação de implicação entre os três conceitos, o de intuição, o de evidência e o de

verdade, aparece claramente num das regras do método cartesiano, aliás, como já dissemos,

decalcadas da matemática. Trata-se da regra da evidência, que igualmente funciona no método

cartesiano como critério de verdade, e que consiste "(...) em nunca aceitar como verdadeira

qualquer cousa, sem a conhecer evidentemente como tal; (...) não incluir nos meus juízos nada que

se não apresentasse tão clara e tão distintamente ao meu espírito, que não tivesse nenhuma ocasião

para pôr em dúvida." Descartes, Discurso do método, p. 22.

53 - Lopes (1994): 25

54 - Santos (1990): 26-27

55 - Lopes (1994): 27

56 - Santos (1990): 25

57 - Santos (1990): 25

58 - Id., Ibid., pp. 25-26

Logo, não se podendo prever com rigor a trajectória das partículas, isso implica o pôr em questão o

próprio princípio da causalidade e a considerar o princípio do indeterminismo.

59 - Lopes (1994): 28

60 - O conceito de causalidade também foi posto em causa na Biologia, onde tem perdido terreno

em favor do finalismo. Cf. J. Monod, O acaso e a necessidade e cf. Iiya Prigogine e I. Stengens, La

nouvelle alliance. Métamorphose de la science.

61 - Santos (1990): 26

62 - Santos (1990): 34

63 - Toda a reflexão de carácter epistemológico começou, historicamente, por ser levada a cabo por  filósofos  e  estudiosos.  (  Texto  de  José  Gomes  Fereira )

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